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A história como liderança

A pandemia nos mostrou que estamos carentes de líderes, mas podemos nos aquecer na memória de homens e mulheres que não deixaram o mal avançar

De vidas à economia, a pandemia que assolou o planeta em 2020 trouxe enormes perdas. Países testemunharam o vírus chinês destruir famílias e dizimar negócios. A doença trouxe sintomas graves e, entre eles, a fome, a mentira, a manipulação, a politização de vidas e do futuro de todos nós. Governantes pelo mundo foram expostos. Suas lideranças à frente de problemas, colocadas em xeque, e o pior foi revelado. Não temos líderes. Não temos homens de fibra como antigamente. Em um cenário já com a esperança devastada, com inimigos torcendo para o ‘quanto pior, melhor’, onde encontrar a inspiração para seguir sem medo? É preciso resgatar a coragem histórica daqueles que não se deixaram levar pelo desespero diante de situações graves, inclusive de guerras. A pandemia mostrou que estamos carentes de líderes, mas podemos nos aquecer na memória de homens e mulheres que não deixaram o mal avançar.

Por mais que estejamos vivendo um momento complicado da história, no próximo domingo, 6 de junho, pare por alguns minutos, converse com os filhos e netos sobre história, dê uma chegadinha com a família ali no YouTube e coloque na barra de pesquisa: “D-Day”. Precisamos apreciar a perspectiva de que, por mais dolorosa que esteja nossa situação, o mundo é um lugar melhor por causa daquele dia.

Às 6h30 da manhã de 6 de junho de 1944, a primeira leva de tropas norte-americanas, britânicas e canadenses desembarcou nas praias da Normandia, na França, naquela que seria a maior invasão marítima da história. Ao amanhecer, 18 mil paraquedistas britânicos e norte-americanos pousaram em solo francês. Um adicional de 13 mil aeronaves foi mobilizado para fornecer cobertura aérea e apoio para a invasão. No fim do dia, 155 mil soldados das forças aliadas estavam nas praias normandas para lutar contra as tropas de Hitler.

Passados 77 anos do Dia D, tudo parece claro e óbvio. Bastava invadir a Europa pelas praias da Normandia com um suporte aéreo maciço, pegar as tropas alemãs desprevenidas, retomar a França e depois o resto do continente. A maior invasão por mar da história deu certo e o mundo começou a ser libertado do monstro nazista no dia mais famoso da 2ª Guerra. Mas de claro e óbvio não havia nada, apenas o heroísmo que anda tão em falta ultimamente.

Além de recordarmos o histórico Dia D, nesta semana também lembramos os 17 anos da morte de Ronald Reagan, o 40º presidente norte-americano, que lutou incansavelmente contra regimes totalitários nos anos 1980 e faleceu em 5 de junho de 2004. Em 1984, na celebração de 40 anos do desembarque das tropas norte-americanas nas praias da Normandia, Reagan fez um discurso histórico com a presença de alguns dos Rangers norte-americanos que sobreviveram àquela batalha: “Vocês eram jovens naquele dia em que tomaram esses penhascos; alguns eram apenas garotos com os maiores prazeres da vida diante de vocês e mesmo assim arriscaram tudo aqui. Por quê? Por que fizeram isso? (…) Nós olhamos para vocês e de algum jeito sabemos a resposta. Fé e crença. Lealdade e amor”.

Ainda há veteranos da 2ª Guerra Mundial entre nós e, se você tiver o privilégio de conhecer algum, não deixe de dizer o quanto somos gratos. Como muito bem disse Churchill, “nunca tantos deveram tanto a tão poucos”. A democracia liberal que herdamos não caiu do céu, ela foi construída com “sangue, suor e lágrimas”. Somos beneficiários de um presente que nada fizemos para merecer, mas temos, a cada dia, a oportunidade de reverenciar, homenagear e agradecer. Reagan, que se firmou como líder mundial no combate ao comunismo, foi categórico: “A liberdade nunca está a mais de uma geração da extinção”.

O fim da 2ª Guerra não encerrou os problemas do mundo. A ela se seguiu a Guerra Fria e o risco real de uma hecatombe nuclear, como na Crise dos Mísseis de 1962, naqueles fatídicos “13 dias que abalaram o mundo” (o filme homônimo com Kevin Costner é espetacular!). No entanto, o risco de perdermos a Europa e o mundo livre para o nazifascismo é incomparável com o que houve antes ou depois na história. Sem o desembarque na Normandia é difícil imaginar que a vitória seria possível alguns meses depois.

Em 1940, ainda no começo da guerra e sem a presença das tropas norte-americanas — depois que belgas, britânicos e franceses foram cercados por tropas alemãs durante a longa batalha de seis semanas no norte da França —, 198 mil soldados britânicos e 140 mil soldados franceses e belgas foram salvos na operação conhecida como “Milagre de Dunquerque”. A evacuação maciça das tropas aliadas das praias e do porto de Dunquerque, que envolveu centenas de embarcações civis e militares e serviu como ponto de virada para o esforço de guerra dos Aliados, é maravilhosamente retratada no excelente filme Dunkirk, de 2017, dirigido e produzido pelo britânico Christopher Nolan.

Sou fã confessa de Nolan e profunda admiradora de seu trabalho, e é de Dunkirk que me lembro neste momento tão crítico no Brasil e no mundo. O trecho que resume a ideia central do filme se dá quando o piloto de um avião derrubado, resgatado boiando no mar e traumatizado, grita com o homem comum que segue com seu pequeno barco para tentar resgatar soldados a pedido de Churchill na França ocupada. “Você tem que voltar! Seu lugar é em casa!”, grita o piloto abatido.

Para o piloto, vivido pelo sempre enigmático e brilhante ator irlandês Cillian Murphy, o cidadão comum deveria deixar a guerra para os profissionais, porque o mais prudente era ausentar-se, omitir-se, proteger-se na própria casa, enquanto o destino da nação estava sendo decidido entre as forças do bem e do mal na 2ª Guerra. A resposta de Mr. Dawson, na comovete interpretação de Mark Rylance, não poderia ser mais definitiva: “Se não ajudarmos, não haverá mais casa, filho”.

A grande geração que salvou o mundo do eixo nazifascista há mais de sete décadas era composta de heróis na essência do termo, em pensamento e ação, em força, em capacidade de sacrificar tudo por todos. Lembrando o escritor inglês G. K. Chesterton, eram jovens que não foram movidos pelo ódio do que estava na frente, mas por amor ao que deixavam para trás.

O Brasil, país das forças aliadas na 2ª Guerra, ainda sofre as consequências de uma dura batalha travada contra o assalto petista sem precedentes às instituições, completamente impregnadas de agentes políticos torpes, e padece atualmente com os ataques diários da imprensa de necrotério, como muito bem diz nosso mestre Augusto Nunes. O projeto de poder da era petista envolve não apenas um fantástico e inacreditável volume de dinheiro, mas também mostra a clara e evidente intenção de usar da força desses braços infiltrados no Estado para subjugar o país mais uma vez.

Mas vamos lá: para os que empurram a falsa esperança de uma “terceira via” para 2022, não é difícil reavivar a memória daqueles que não se lembram o que foram os petistas no poder entre 2003 e 2016, o que fizeram e que país entregaram. Será que já esqueceram a pilhagem bilionária dos cofres públicos, as verdadeiras fortunas distribuídas” a ditaduras companheiras ou o aparelhamento do Estado por militantes cleptomaníacos? E a total incapacidade de viabilizar no país um ambiente favorável ao investimento e à geração de empregos, com crescimento sustentável sem feitiçarias econômicas, como empréstimos sem lastro que acabaram gerando crise, recessão e milhões de desempregados e inadimplentes?

 

Um povo acostumado com o Estado onipotente e paternal hoje pede austeridade fiscal e um governo mais enxuto

 

Enquanto a bolha de falsos liberais, jornalistas militantes e celebridades hedonistas se preocupa com a proteção de seus vícios e perversões, suas estúpidas falácias são plantadas e espalhadas como ervas daninhas na rasa e falsa comparação de um ex-presidiário — e, talvez, o maior corrupto que o país já viu — com o atual presidente.

O Brasil está no campo de batalha novamente. Não apenas da pandemia, uma guerra travada em todo o mundo, mas na árdua tarefa de lutar com um inimigo invisível ao mesmo tempo em que precisa enfrentar inimigos domésticos que não almejam o progresso e a liberdade.

Nossas batalhas são incrivelmente menores e incomparáveis àquelas vividas por homens de extrema bravura há 77 anos. No entanto, é deles que devemos tirar o exemplo de patriotismo — palavra tão demonizada pela atual geração mimada, afetada e egocêntrica — que deve servir como combustível durante tempos de sacrifício, resiliência e compromisso com o futuro. Apesar do vírus e do grande movimento para derrubar um governo legitimamente eleito, o curso de quem trabalha segue. Há enormes ganhos em campos importantes como a MP da Liberdade Econômica, a Reforma Trabalhista e a da Previdência, a MP do Saneamento Básico, a balança comercial que teve seu melhor desempenho dos últimos 33 anos, e agora a excelente projeção do PIB, que pode superar os 5% em 2021, de acordo com algumas instituições financeiras importantes, como Goldman Sachs, XP Investimentos e Banco Itaú.

Testemunhamos atualmente a vontade popular para uma importante e independente conscientização política. Um povo acostumado com o Estado onipotente e paternal hoje pede austeridade fiscal e um governo mais enxuto. Temos a chance de avançar ainda mais com a Reforma Administrativa, a Tributária e, quem sabe, uma possível Reforma Política que tiraria do palco os sabotadores da pátria.

O Brasil não pode vacilar. Não podemos mais nos condicionar ao fracasso e cultivar crises, é o futuro das próximas gerações que está no front. Se faltam líderes no mundo atual, sobra história para nos inspirar. Se não encararmos essa guerra e apenas voltarmos para casa, poderá não haver mais casa esperando por nós.

Leia também “A coragem como bússola”

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50 comments

  1. Ana você é uma grande inspiração e uma voz poderosa para aqueles que ainda acreditam no sucesso que podemos alcançar com liberdade e livre iniciativa.
    Parabéns por nos brindar com tamanha lucidez!

    1. De uma grande jogadora de vôlei
      I vc se transformou numa excelente analista políticaQuando vc fala dos grandes líderes do passado ,lembro me de churchil, o maior estadista de todos os tempos.parabens.Inspirador esse texto.

      1. Meu filho me perguntou por que eu estava emocionado. Eu respondi : “nada, filho, só estou lendo um artigo”.

      2. Parabéns Ana Paula pelo texto envolvendo a história do mundo com a situação atual em que nos prendem em casa. E se não sairmos para luta, não haverá mais casa. Carlito Lima, 81 anos, seu fã.

    1. EMOCIONANTE. Ana, sou acusado por parentes e amigos de ser um radical intransigente na defesa do nosso atual governo. De fato sou, rebato todas as criticas infundadas, baseadas, quase todas, em narrativas da mídia marron. Quisera eu Ana, que todos estes que reclamam da minha postura radical e critica, pudessem ler e entender esse seu belo texto. Parabéns.

  2. Ana por favor me diga quem são os nossos heróis de hoje?Por enquanto vou ficando com meus pais e os pais dos nossos pais.
    É urgente haver novos heróis,isso é o que mais está nos faltando e tb está dificil, para não dizer quase impossível, sermos heróis para os nossos filhos nesses tempos de manipulação da verdade.

  3. Ana perfeito texto, motivador. Acabei de ler a biografia de Winston Churchill, revisitando todos os belos feitos históricos mencionado por ti. Parabéns, precisamos lutar contra essa hipocrisia reinante neste pais. Despertar os jovens é nossa missão. Obrigado.

  4. Boa lembrança. Tem muita gente que não sabe o que é raça (coragem). Vivem de ataques à traição, com corrupção e falsos valores. Tá difícil. E ninguém pergunta para o Tite se a Argentina continuasse com a Copa América a seleção participaria e os atletas não reclamariam?

  5. Parabéns, Ana Paula !Texto maravilhoso, fazendo uma correta correlação entre o que superamos- a humanidade- na II Guerra e que podemos e teremos de superar hoje, se quisermos um Brasil melhor para nós e para as futuras gerações.
    Você segue sendo uma campeã, agora não mais nas quadras, mas sim no jornalismo.

    1. Daniel, releia o texto, devagar e com atenção. Ana fala de homens de verdade. Patriotas de Coragem. Cidadãos honestos e trabalhadores que não querem viver de favores, principalmente do Estado. Gente que nem perde tempo em pensar em Estado. Homens sabedores de que “Estado” é apenas uma FARSA e a única coisa REAL pela qual se deve morrer para defendê-la é a nossa PÁTRIA, Um LUGAR REAL DE ONDE VIERAM NOSSAS ORIGENS; brotaram nossas MELHORES LEMBRANÇAS; BERÇO e LAR de TODOS NÓS; REFÚGIO que precisamos tornar próspero e manter sempre SEGURO para acolher nossos filhos, os filhos de nossos filhos e nos ABRIGAR EM PAZ E COM DIGNIDADE, depois de cumprida nossa missão.

  6. Essa mulher é muito boa em expressar o nosso momento atual !
    Precisamos clonara vc Ana Paula e,expurgar definitivamente do cenário nacional essa esquerda caviar !
    Desesperada para manter privilégios !
    Enquanto isso ontem sexta feira 04 de junho em Fortaleza na beira mar os vendedores de coco
    estão proibidos de vender o seu sustento !
    Paralelo a isso os quiosques de proprietários abastados podem funcionar ,os restaurantes podem funcionar ,supermercados e drogarias podem funcionar !
    Os shopping estão funcionando !
    Mas os humildes vendedores de coco NÃO !
    Temos um déspota no governo estadual e pra completar sem desculpa alguma ,ele interrompeu o trânsito numa das principais artérias da cidade Barao de Studart ,pois passa em frente ao palácio do governo estadual !
    Seria medo ?

  7. Ana, excepcional seu texto. Tanto quanto você, admiro demais os heróis da Segunda Grande Guerra. Quanto ao futuro, mas do que pensar na provável nova rapinagem ao Erário no caso do cachaceiro vencer, penso na possibilidade do canalha nomear mais 2 ministros para a Vergonha Nacional. Precisamos evitar isso a todo custo.

  8. O Brasil precisa em 2022 pessoas do bem no congresso nacional. Ana Paula, Fiuza, Augusto Nunes, Locombi, Caio Coppolla, Alexandre Garcia, Antônia Fontenelle, Barbara (Te atualizei) Paulo (Canal Hipócritas) Nikolas Ferreira, Lisboa (vlog do Lisboa) e tantos outros que estão com visibilidade nos canais independentes. Não adiantará renovarmos o Congresso com: Kataguiris, Joices, Frotas, Tiriricas, Romários etc… Tenho certeza que nomes citados acima se elegem.

    1. Ter certeza de que vai acontecer o que considera o pior é, ao mesmo tempo, pessimismo e derrotismo de quem desiste ANTES DE COMEÇAR A LUTA. De que vc. é feito Paulo Roberto. Vc. menciona que o Brasil precisa de pessoas de bem no Congresso, aí sugere que que todos os valorosos combatentes no front da comunicação – ÚNICOS QUE ESTÃO OPONDO RESISTÊNCIA NESSA GUERRA CULTURAL, ALICERÇADAS EM NARRATIVAS DELIRANTES E ENGANOSAS – abandonem seus postos e corram para o Congresso….Nem imagino a idade que tem e, claro, sua experiência de vida. Por isso, prefiro me calar. Mas, comece a PENSAR QUE SEMPRE HAVERÁ ALGO QUE VC. E QUALQUER UM PODE FAZER POR VC. MESMO E PELO FUTURO DE TODOS…Foque na passagem descrita pela Ana Paula, quando o barqueiro disse para o piloto abatido, que o mandara voltar para casa e ouviu dele que se ele NÃO AJUDASSE, NÃO HAVERIA MAIS CASA PARA ONDE VOLTAR….Pense nisso. Ficar parado, todo encagaçado, esperando que os outros hajam, enquanto vc. apenas ficam profetizando que NÃO ADIANTARÁ RENOVARMOS O CONGRESSO, pois tem certeza que os MAUS SE ELEGEM – sem ofensas – É UMA POSTURA INDIGNA DE OPORTUNISTA E APROVEITADOR, típica dos calhordas que defendem um ESTADO OBESO E BONACHÃO para se abrigar debaixo dele. Mexa-se, faça-se HOMEM E ÚTIL. Tente seguir o exemplo desses guerreiros das Redes Sociais…Abra uma página no face book, Instagram, Telegram (sei lá qual) e tente convencer seus amigos e conhecidos mais idiotas a VOTAREM EM GENTE DECENTE PARA FORMAR UM CONGRESSO MELHOR COMO VC. MESMO SUGERIU….DENUNCIE A BOSTA QUE OS KATAGUIRIS, JOICES E FROTAS SÃO E AS FORÇAS DO MAL A QUE ESTÃO SERVINDO….OU…..PARE DE RESPIRAR….SOMOS O RESULTADO DE NOSSAS ESCOLHAS…MAKE YOURS ! Abs.

  9. Ana Paula,
    Vc representa o que há de melhor no universo dos analistas políticos.
    Respeito, admiro e curto muito os demais articulistas desta Revista, mas só seus textos já valeriam, com sobra, a minha assinatura.

  10. A coerência em suas palavras nos encoraja a seguir sempre lutando. Acreditando que tem espaço e tempo para pelejarmos pelas próximas gerações.

  11. Querida Ana: que lindo o que escreveste. O cerne disso está contido na frase “eram jovens que não foram movidos pelo ódio do que estava na frente, mas por amor ao que deixavam para trás”. Esquecemos de fazer as coisas pelo que recebemos de nossos pais? Isso se chama gratidão. O ódio é movido pela inveja e pelo instinto de morte. Viva a vida. Abraço

  12. Querida Ana Paula.Antes da invasão as forças do mal,invadiram,roubaram,mataram inocentes,assassinaram culturas e povos, mentiram e debocharam. Depois de anos veio o DIA D.Seu texto nos incentiva para a compreensão do perigo,que já surge entre nós,pela mudança do rico momento político que vivemos.É inegável a morte dos “velhos” corruptos e ladrões históricos do país.Sentimos o asco e repulsa da população crescendo cada dia.Mas se temos vocês lúcidos eles continuam com os mesmos pecados debochando.Estasiados pelo dinheiro e pela droga não perdem por esperar.A saída é por aí.Convicção e persistência. Churchill também esperou o tempo certo.E você sabe quanto!Os heróis estão se formando,o momento é imprevisível.Bjs de um velho Darwinista.

    1. Faça campanha por um SENADO MELHOR. Ano que vem teremos a chance de TIRAR 27 DESSES CANALHAS. Para tirar TODOS OS CANALHAS DO STF basta elegermos 27 senadores e pressionar 15 para fazer uma MAIORIA E DECIDIR PELA ACIETAÇÃO DO IMPEACHMENT DE TODOS ELES. FICAR APENAS RECLAMANDO E CRITICANDO – REPETINDO O QUE TODOS SABEMOS – NÃO CONTRIBUIRÁ PARA MUDAR COISA ALGUMA. Não acha ? Sinto muito se lhe pareci grosseiro…Mas não foi a minha intenção. Abs.

  13. Concordo com tudo que foi escrito Ana Paula. Aqueles que participaram da 2ª Grande Guerra fizeram parte da última geração de homens e mulheres valentes da história da humanidade. É evidente que ainda temos pessoas valentes e valorosas nos dias atuais, mas não como uma geração.

  14. Parabéns Ana, mais uma vez, pelo excelente artigo. Recomendo a série sobre a II Guerra na Netflix para quem ainda não teve a oportunidade de assistir. A luta contra os monstros do pântano será duríssima, mas precisamos lutar pelos poucas conquistas q tivemos nesses últimos 2 anos.

  15. Brilhante Ana! Só tenho um viés de discordância. Nossa batalha (Brasil), é hoje maior do que a anterior, da qual participamos ,mas não fomos tão duramente atingidos quanto somos hoje. Ja temos pessoas morrendo, quer seja por boicote a possíveis tratamentos ou por estrangulamento econômico, mártires presos, torturados e com suas liberdades cerceadas. A guerra também ocorre a nível mundial, mas agora o inimigo está mais camuflado, esconde-se num tribunal, numa redação, num parlamento, atrás de um microfone ou até mesmo dentro de uma prisão. O monstro atras de um bigodinho ridículo tem hoje múltiplas cabeças, em nosso meio a de um ladrão ilusionista, mas temos também um argentino fala mansa, um oriental poderoso e sociopata, um líder decrépito, um francês hipócrita, pode escolher, há muitos outros. Os aliados hoje estão mais fracos, os inimigos da liberdade, astutamente, atacam-nos de dentro para fora, criando atritos entre minorias e famílias, incitando desavenças e falsas ambições de direitos que simplesmente esmagam em seus próprios países. Basta megaempresários oportunistas e oligopolistas financiadores, um punhado de artistas e mídia comprados (baratinho até), uns poucos congressistas e membros do judiciário coaptados (esses nem precisa comprar, trabalham até por comissão, às vezes) e você domina um país!. Os valorosos “pracinhas”tem hoje dificuldade para identificar o inimigo. No momento, contra a opressão e tirania, todos terão que ser “pracinhas”e precisaremos usar das mais diversas armas, esperemos que não a baioneta como nossos heróis do passado. Acho, portanto, essa guerra sócio/cultural/econômica de hoje mais perigosa que a anterior, espero estar errado. É um prazer ler você e segui-la nas redes. Artigos como esse, gostaria de poder compartilhar com muitos que ainda não são assinantes.

  16. Querida Ana Paula, não a conheço pessoalmente, mas atrevo- me a chamá-la de querida tamanho é o prazer que sinto ao ler os teus textos. Você está melhor a cada dia. Adoro essa revista, todos que aqui escrevem são estudiosos e zelam pelo bom senso e pela ética, coisas tão raras atualmente. Esses texto foi primoroso. Muito obrigada por nós brindar com tua escrita bem elaborada porém clara e com teu conhecimento.

  17. Parabéns Ana. seu texto, como sempre, inspira, emociona, energiza e promove a reflexão. O talento das quadras está no mesmo nível da análise política. Atleta de ponta, analista de primeira linha.

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