Ilustração: Revista Oeste
Ilustração: Revista Oeste

Globo inquieta

Demissões de jornalistas e artistas, dívida bilionária, queda de lucros e tombo de audiência expõem as dificuldades da emissora mais famosa do Brasil

Trabalhar na Globo sempre foi o sonho da maioria dos estudantes de jornalismo. Eles eram assediados por familiares que esperavam um dia vê-los na TV segurando um microfone da emissora. Para quem já estava no ramo, ocupar cargos de importância na emissora era como um alpinista alcançar o pico do Monte Everest. A empresa cresceu para um status de conglomerado, reunindo, além da televisão, jornais, rádios e sites. Por anos, a Globo se manteve líder em vários desses segmentos.

Antes da chegada da internet, grande parte dos brasileiros acompanhava a programação da Globo e assistia religiosamente ao Jornal Nacional (JN). O que saía no JN era tido como a verdade absoluta. Logo depois, passava a novela das 21 horas, e a audiência era solidamente fiel no país inteiro. A rotina se repetia diariamente. A Rede Globo parecia eterna e indestrutível.

Mas as coisas mudam. A internet tirou o poder da TV tradicional. Os serviços de streaming se multiplicaram e roubaram boa parte da audiência. Ligar na Globo deixou de ser uma atitude automática. E as coisas só pioraram quando a emissora optou por ser um instrumento político, primeiro tentando derrubar o ex-presidente Michel Temer e agora encarnando uma oposição obsessiva ao presidente Jair Bolsonaro, numa atividade puramente política e descolada da realidade. O venerável Jornal Nacional perdeu seu maior patrimônio: a credibilidade.

Com a alta do dólar, a dívida da Globo passou de R$ 3,47 bilhões para R$ 5,4 bilhões

A nova realidade da Globo é o encolhimento. Artistas de novela e dramaturgos consagrados deixaram de renovar contratos. Funcionários veteranos, considerados intocáveis, estão sendo demitidos. A rede está perdendo direitos de transmissão, despesas estão sofrendo tesouradas impiedosas, sem contar a dívida bilionária. O canal de TV mergulhou na pior crise de sua história.

Queda de lucros e dívida bilionária

Os números são claros. O aumento de despesas e a queda na receita com publicidade fizeram o lucro líquido do Grupo Globo cair de R$ 752,5 milhões, em 2019, para R$ 167,8 milhões, em 2020. Foi uma queda vertiginosa de 78%. Com a alta do dólar no ano passado, a dívida da Globo passou de R$ 3,47 bilhões para R$ 5,4 bilhões.

Para piorar, a emissora deixou de contar com boa parte da ajuda que recebia do governo federal, o que explica em boa parte sua fúria oposicionista. De 2003 a 2019, nas gestões de Lula, Dilma e Temer, a Globo recebia, em média, R$ 450 milhões por ano para veicular propaganda estatal. Segundo levantamento do portal Terra, com base em dados da Transparência, o total foi de R$ 7,2 bilhões. Ao longo dos três anos de Jair Bolsonaro no Planalto, a Globo deixou de receber entre R$ 600 milhões e R$ 750 milhões em verbas publicitárias.

Apesar das dívidas, a emissora informou que tem caixa suficiente para honrar os compromissos: R$ 13,6 bilhões em investimentos.

“O passado não volta mais”

Na tentativa de driblar a agonia financeira e reduzir despesas, a Globo apelou para demissões no jornalismo. Nessa categoria estão os veteranos Alberto Gaspar (São Paulo) e Ari Peixoto (Rio de Janeiro), que deixaram o quadro de funcionários da TV no início do mês passado. Ambos tinham contracheques gordos. Gaspar trabalhou por quase quatro décadas na empresa, atuando como repórter e correspondente internacional. Em 34 anos de casa, Peixoto ocupou as mesmas posições que o colega. As cartas de despedida dos dois profissionais revelaram clima de “velório” nas redações da Globo, com a perspectiva de novos cortes.

Poucas semanas antes, a emissora demitira outros profissionais com a folha de pagamentos elevada. Fernando Saraiva, que estava na empresa desde 1999, foi um deles. O repórter especial Roberto Paiva, idem, além do produtor Robinson Cerântula. No fim de outubro, a Globo ainda desligou 20 profissionais de sua equipe na capital paulista, entre eles jornalistas, produtores, cinegrafistas, operadores de áudio e outros funcionários da equipe técnica. Não foi o suficiente. A empresa tem uma lista grande de degola e está demitindo a conta-gotas, com a finalidade de evitar conflito com sindicatos, noticiou o portal IG.

Nesta semana, a apresentadora do programa É de Casa, Cissa Guimarães, foi surpreendida com o aviso de que estava sendo desligada da Globo. O motivo: redução de custos. Cissa trabalhou 40 anos na emissora, participando de novelas e programas, como o Video Show. Seu salário chegava a R$ 100 mil, noticiou o portal Observatório da Televisão.

A dispensa mais simbólica e surpreendente foi a do casal Tarcísio Meira e Glória Menezes, demitidos em setembro de 2020 após 44 anos de casa. “Nos últimos anos, temos tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro”, salientou a Globo, em um comunicado. “Com isso, temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação e de desenvolvimento de negócios.” O tom do documento era o mesmo do endereçado ao dramaturgo Aguinaldo Silva, que, em março daquele ano, recebera em casa o aviso de que a parceria terminara. Ele garante que não guarda mágoas: “A Globo me deu muito. E eu dei muito para eles.”

Para Aguinaldo, a situação da empresa e a de outras do ramo é reflexo das transformações pelas quais passa o mercado. “Os tempos são outros. As pessoas agora têm uma infinidade de escolhas de novas mídias, como o streaming.” Segundo ele, as adaptações têm de ocorrer por parte dos que quiserem sobreviver à atualidade e se preparar para o futuro. “As novas gerações não estão interessadas em gêneros de novelas que duram meses, histórias que se cruzam demais. Querem algo imediato e profundo. O passado não volta mais.”

A dança das cadeiras

Desligado da companhia neste ano, Silvio de Abreu, ex-diretor da Teledramaturgia da Globo, criticou as várias demissões que ocorreram ao longo dos últimos meses. Segundo Abreu, todas as vezes que uma dispensa era anunciada, ia parar no Departamento de Relações Humanas (RH). “Isso foi uma resolução que surgiu quando a Globo fundiu as várias empresas do grupo e resolveu enxugar seus quadros”, relatou, em entrevista publicada pela revista Veja, em outubro. “Fui totalmente contra. Sempre que alguém era dispensado, eu ia ao RH para discutir”, lembrou. “Com o enxugamento, esses profissionais estão na praça e vão acabar na concorrência.”

Embora não tenha sido demitido, o apresentador Fausto Silva se antecipou ao abate e deixou a Globo em junho, pouco antes de terminar seu contrato. Ele irá comandar um programa na Band, a partir de 2022. Em dezembro, será a vez do jornalista Tiago Leifert se despedir da casa que o abrigou por 16 anos. “Tem tanta coisa que quero aprender, quero estudar, cuidar da família”, disse Leifert, em entrevista ao Mais Você, ao justificar com antecedência por que sairá da Globo. “Era essa escolha que eu tinha que fazer. A missão aqui está cumprida.” Os atores Lázaro Ramos, Ingrid Guimarães, Reynaldo Gianecchini, Vera Fischer, Antônio Fagundes, Débora Nascimento, entre outros, também não quiseram renovar seus contratos.

A “dança das cadeiras” ocorreu ainda no alto escalão da emissora, tentativa vista pelo mercado como uma forma de “pôr ordem na casa”. O empresário João Roberto Marinho será o novo presidente do Grupo Globo, formado pela Editora Globo, a Globo, o Sistema Globo de Rádio, a Globo Ventures e a Fundação Roberto Marinho. Diretor de canais da emissora, Paulo Marinho vai assumir a presidência da Globo.

Segundo a empresa, as mudanças já estavam planejadas e fazem parte “da jornada de profunda transformação digital iniciada em setembro de 2018”. A transição total será concretizada a partir de fevereiro de 2022. O atual diretor da Globo, Jorge Nóbrega, ganhará um cargo no conselho editorial da companhia, responsável por dar o tom no jornalismo do conglomerado de mídia.

Jorge Nóbrega atua nas empresas do Grupo Globo desde 1996. Em 2017, assumiu a presidência do grupo, sendo o primeiro presidente a não fazer parte da família Marinho. Com a sua saída, João Roberto Marinho estará à frente do Conselho de Administração e também do Grupo Globo. João Roberto Marinho seguirá também no comando do Conselho Editorial e do Comitê Institucional, que tem o papel de acompanhar e propor linhas de atuação para as relações institucionais do Grupo Globo.

Tombos de audiência

Nenhuma mudança administrativa vai resolver a situação da empresa se os seus principais problemas não forem enfrentados. O jornalismo sem pluralidade, as novelas contaminadas pelo politicamente correto, com enredo pobre e elenco de segundo escalão, a linha de shows estagnada em fórmulas ultrapassadas, a militância esquerdista assombrando até as transmissões de futebol — tudo isso está cobrando um preço nos índices de audiência.

Nem o Jornal Nacional foi poupado pelo público. Depois de atingir médias diárias acima de 35 pontos em 2020, no auge da cobertura da pandemia de covid-19, o JN viu 15% de seu público desaparecer. Os índices dos primeiros seis meses deste ano são os piores desde 2015. A média semestral foi de 25 pontos.

No Painel Nacional de Televisão (índice que mensura a audiência das 15 maiores regiões metropolitanas do país), a emissora teve o pior ibope de outubro desde 2015 ao registrar, por dois meses consecutivos, marcas negativas de audiência.

De acordo com os dados consolidados pelo TV Pop, a emissora cravou 10,79 pontos de média no acumulado das 24 horas nos 31 dias de outubro. Perdeu ainda mais telespectadores em relação ao acumulado de setembro — mês em que a Globo registrou média de 10,94 pontos e disse adeus a quase 2 milhões de pessoas que a acompanhavam. Para ter ideia, o índice de setembro foi menor que o obtido pelo canal em dezembro de 2020 (11,17 pontos), quando há menos televisores ligados.

O público não se animou com o novo Domingão do Huck. Estreou em 5 de setembro deste ano, com 19,1 pontos de audiência. Em 10 de outubro, registrou 12,7 pontos — uma queda de 33,5% em menos de dois meses. O número fica bem abaixo da média de 18 pontos do apresentador Faustão, que teve seu melhor momento em maio, com 21 pontos de audiência.

Uma das poucas atrações recentes que dão fôlego para a emissora é o novo Caldeirão, com Marcos Mion. Sua estreia, em setembro, fez o programa superar o ibope de todas as edições com Huck em 2021. Sob o comando do ex-Record, a atração registou 15,9 pontos na Grande São Paulo, enquanto a edição mais vista deste ano com Huck tinha marcado 15,7 pontos — justamente a da despedida do antigo apresentador.

Fragmentação e pluralidade de ideias

O mesmo clima de decadência aparece num território em que a Globo era absoluta há poucos anos: os esportes. Perdeu a Fórmula 1 para a Band. Perdeu a transmissão do torneio Libertadores das Américas para SBT, Facebook, Fox Sports e Conmebol TV. Já não tem mais a Copa nem a Recopa Sul-Americanas e a exclusividade dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2022, a ser realizada no Catar, nas plataformas digitais.

As transmissões da elite do tênis passaram para a ESPN. A Globo também já não transmite a Liga dos Campeões, que se transferiu para o TNT e o SBT. O Campeonato Carioca de futebol está fora da grade, assim como o Campeonato Baiano. Como se não bastasse, a Justiça de São Paulo manteve a multa de cerca de R$ 9,9 milhões aplicada pelo Procon à Globo por considerar que a emissora não informou os assinantes do canal Premiere sobre a redução na quantidade de jogos transmitidos do Campeonato Brasileiro de 2019.

Em contrapartida, emissoras como a Jovem Pan (JP), que conseguiu um canal de TV, surpreenderam na audiência em sua data de estreia — em 27 de outubro. A JP conseguiu superar a CNN Brasil, a BandNews e a Record News nos números da TV paga e só ficou atrás da GloboNews durante todo o dia. A Jovem Pan News marcou 0,2 ponto de média entre 6 da manhã e meia-noite no Ibope PNT da TV por assinatura. Na mesma faixa horária de competição, a GloboNews obteve 0,6 ponto. CNN Brasil, Record News e Band News empataram com 0,1 ponto.

O maior destaque na programação da Pan TV foi o programa Os Pingos nos Is, que já é sucesso no rádio. Obteve 0,8 ponto entre 18 horas e 20 horas, contra 1,1 da GloboNews. Quem também rendeu foi o Pânico, que conseguiu 0,3 ponto, contra 0,6 da GloboNews.

A queda da Globo é o maior símbolo de um novo tempo para o jornalismo e o entretenimento. A tendência é a fragmentação e a pluralidade de ideias. Quem não se adaptar ficará para trás.

Leia também “O tombo da velha mídia”

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59 comentários Ver comentários

  1. Excelente matéria. A derrocada começou quando os Marinho (filhos) assumiram e negaram o passado, com editoriais contrários ao posicionamento do grupo em apoio ao movimento de 64. Daí para a frente foram se reposicionando e tomando rumos cada vez mais questionáveis. E o pior, com uma postura arrogante, nunca ouviu o seu público, impondo valores em toda a sua programação. Já a muito que só vejo futebol, ainda assim pelo fato de deter a exclusividade do campeonato Brasileiro. A decadência é triste, mas infelizmente merecida nesse caso.

  2. Parabéns! Muito didática reportagem, expondo a realidade de uma pregação imbecil e o mais importante, a queda de faturamento que é o que comanda esse planeta infelizmente! Isso vai matá-la!

  3. Se Deus permitir essa mixordia chamada de globolixo irá cair e se espatifar no lamaçal de mxrda onde vive e do qual se alimenta!
    Quem viver verá!

  4. Grande câncer na sociedade brasileira desde os tempos do fundador Roberto Marinho. A TV Globo colocou no ar no horário nobre desinformação e novelas com viés social pernicioso, temas tais como crime do colarinho branco, traição, roubo, corrupção e homossexualismo, onde o mocinho era o mau caráter. Algumas excessões, novelas de qualidade com boa reconstrução de época e atores sensacionais. Poucos programas educativos que estimulassem o desenvolvimento profissional e o fazer com as próprias mãos e recursos.

  5. O Jornalismo do grupo Globo perdeu totalmente a credibilidade ao adotar uma postura oposicionista doentia contra o Governo Bolsonaro e tudo que ele representa: o conservadorismo, a defesa da família e das religiões cristãs, base da grande maioria da sociedade brasileira. Fora a tentativa de sabotar a liberdade do cidadão ao tentar impôr o ridículo politicamente correto sobre a maioria que não tolera mais esse radicalismo e patrulhamento imbecis. Espero que a Globo seja mesmo excluída da vida do país. É #GloboLixo mesmo!!!

  6. Finalmente temos na JOVEM PAN, uma TV com noticias verdadeiras e imparciais especialmente com relação aos atos do governo federal, com criticas e apoios de jornalistas das mais diversas tendências ideológicas, mas poucos destilando o ódio e até desinformando o ouvinte, como fazem a GLOBO,CNN,BANDNEWS,CULTURA e até ultimamente a RECORD.
    Breve veremos também os decadentes da velha imprensa Estadão e Folha, sendo ignorados pelo público e substituídos pela revista oeste, gazeta do povo e outros veículos modernos de um jornalismo propositivo, conforme nos orienta o prof. Carlos A. Di Franco, que é uma voz isolada e desprezada no Estadão, assim como a do mestre J.R.GUZZO.

  7. Parabéns pelo matéria. Jornalismo de opinião pronta não entra em casa faz tempo. E aos que posso alertar…. falo pra mudar de canal uu, chega de partidarismo baixo, de donos da verdade, de “lacração”.

  8. não tenho canais da Globo na minha grade de TV…deletei todos…a única coisa que assistia era o Globo Rural…se ela tem tanto dinheiro em caixa assim, por que tantos cortes de orçamento e por que não paga suas dívidas, principalmente a com o estado brasileiro?

  9. O pior é que parece que quanto mais a Globo perde audiência, mais ela dobra a aposta. Ou ela se toca e faz uma autocrítica, ou vai acabar falindo.

  10. Excelente texto para reflexão, a Globo era a dono absoluta de nossas vidas, sou de um tempo em que a Globo ditava costumes e lançava moda, as músicas das suas novelas eram obrigatórias nas festinhas, quem não era da “Som Livre” não existia para a música, esperava-se o início do ano para saber quais filmes seriam lançados no Supercine ou Tela Quente. Entretanto, o tempo passou, veio a TV a cabo e mais recentemente o “streaming”, que deu o ponto final na Globo, uma emissora acostumada a gastar milhões com salários astronômicos, o que era uma situação muito distante da realidade das demais emissoras. A conta chegou, depois de anos de descontrole, há 300 milhões de dólares a serem pagos em abril/22 , além de várias rescisórias trabalhistas que aparecem no horizonte, uma vez que o recebimento de salários, por meio de Pessoa Jurídica, não exclui o reconhecimento de vínculo trabalhista pela Justiça do Trabalho, a situação só tende a piorar!!! Fim de um império que dirigiu nossas vidas se aproxima, espero que chegue logo!!!

      1. Resumo: A emissora comenta a notícia e com lado ferrenho para opinar e se posicionar. Não percebe o óbvio, o povo quer só a NOTÍCIA. Agora só ladeira abaixo, merece.

  11. JP vai encerrar a supremacia da Goebbels News na TV paga em pouco tempo. Norte e Nordeste não conhecem a rádio e logo deixarão de sintonizar no canal de fake news globalista. Parabéns pela reportagem, Cristyan!

  12. No aguardo de que essa porcaria, geradora proposital de manipulações e mentiras, feche as portas. De pasmar que uma parcela da sociedade ainda assista essa esculhambadora deletéria dos valores cristãos e morais.

  13. A Vênus Platinada está perdendo seu poder. Lamentável ser um instrumento político com notícias inverídicas e construídas com uma única finalidade: destituir o governante que reduziu drasticamente os valores pagos com verbas públicas à emissora. Está aí o resultado de tanta arrogância e poder elevado.

  14. Excelente matéria ! Parabéns !
    A Globo está afundando por vários erros, mas dois são os principais: ausência de contraponto em seus programas jornalísticos, só dando uma versão, sem ouvir os dois lados e nem tendo comentaristas que pensem diferentemente do que pensam os donos da emissora; e a tendência notoriamente esquerdista de seus analistas e de seus editoriais, transformando tudo isso em um samba de uma nota só.
    Por que a TV Jovem Pan News já é sucesso ? Ora, porque ela é plural, bem diferente das emissoras do Grupo Blobo, aí incluídos seus jornais. Simples assim.
    Como concluiu o excelente jornalista no artigo, o Grupo Globo perdeu credibilidade.

  15. A Globo não afundou propriamente pelos novos canais digitais de comunicação… Mas sim pela sua rasteira e nojenta esquizofrenia esquerdiopata !! Tudo que esta execrável organização fez e faz nos últimos anos, é atacar e deteriorar os valores morais do povo Brasileiro ! Mas o pior de tudo, é assumir uma posição canalha e mentirosa contra Bolsonaro e seu governo, por ele ter acabado com as TETAS que o Molusco “Descondenado” oferecia a Globo em troca de bajulação e omissão frente a incomPTÊncia e corruPTçao da PTralhada !! Paguem agora o preço cara-pálidas !! O Brasil honesto não é mais massa de manobra de canalhas de Esquerda !

  16. Quanto mais opções melhor!!!! E que possamos aprender a selecionar bem o que assistimos!!!!! Já a Globo, está colhendo o que plantou!!!!

  17. Não tem que ter pluralidade não. Se a JP começar com muita pluralidade vai ter problemas. Seria ótimo se tivesse realmente pluralidade. No mundo de hoje é impossível. As redes sociais já não são mais plurais e não vão ser. Não deixam nem médicos mais medicarem. Médicos estão querendo ser jornalistas e jornalistas querem ser médicos. Vira torre de babel. Não PODE por enquanto ter pluralidade. É utopia.

  18. Começamos a ter opções, e a Globo não percebeu ou não quer perceber.
    Comparo a situação da Globo as profissões que não existem mais, (datilógrafo, telefonista e outros) não adianta berrar um dia acaba.

  19. Os filhos do Roberto Marinho não conseguiram manter a política de boa vizinhança. Ou seja, mancomunarse com qualquer governo desde Getúlio até Dilma a exceção de Dutra e Jango.

  20. As Instituições Globo É um CÂNCER que o Brasil e as pessoas honestas precisam extirpar/arrancar de suas vidas. Só cretinos ainda assistem Globo.
    EVOLUAM por favor.

  21. O povo é simples,as vezes, simplório, mas jamais,otario!
    A Globo paga por sua panfletagem explícita em prol de uma ideologia nefasta,que as famílias brasileiras não aceitam!
    Meus pêsames 😢

  22. O jornalismo praticado pelo Grupo Globo acelerou seu declínio com a publicação dos Princípios Editoriais em 6 de agosto de 2011. A nova postura requerida como princípio conduziu os jornalistas à confusão e o descrédito. Quem apreciar o valor das ideias nas organizações, leia o documento e verá.

  23. Sonho com o dia, am algum momento do quarto trimestre de 2022, em que vou, acidentalmante, sintonizar nos canais que reproduziam a globolixo e ver apenas os ‘poltergeisters na televisão’. Esse dia há de chegar!!

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