Ilustração: Lightspring/Shuttestock
Ilustração: Lightspring/Shuttestock

O confisco da liberdade

Os chefes do combate à pandemia instalaram na UTI direitos que a civilização ocidental levou séculos para consolidar

É impossível imaginar Winston Churchill isolado num gabinete, o rosto coberto pela máscara negra customizada, comandando a guerra contra um vírus chinês com a imposição de lockdowns e o rebaixamento a inimigo da pátria de qualquer súdito de Sua Majestade que ousasse dar as caras na rua. A hipótese é tão inverossímil quanto enxergar João Doria no cargo de primeiro-ministro britânico ao longo de 1940, liderando com palavras e ações a resistência solitária ao avanço das forças armadas de Adolf Hitler. Churchill foi o maior dos estadistas. Doria é apenas um dos governadores promovidos a tiranetes provincianos pelo Supremo Tribunal Federal, com poderes de sobra para, em parceria com os prefeitos, fazer o diabo no combate à pandemia de covid-19 até que a última esquadrilha de coronavírus voe de volta ao país natal.

O deserto de homens e ideias vislumbrado nos anos 1940 pelo chanceler Oswaldo Aranha restringia-se ao Brasil. A paisagem planetária era bem menos agreste. Em maio de 1941, com a ostensiva entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, Franklin Roosevelt, único a vencer quatro eleições presidenciais consecutivas, interrompeu a solidão de Churchill. O mais longevo inquilino da Casa Branca puxou a fila que incluiria líderes nacionais brilhantes, militares audaciosos e diplomatas de fina linhagem. A contemplação do elenco confirma que a vitória dos Aliados foi marcada pela coragem. E ninguém foi mais audaz que Churchill. Depois da retirada de Dunquerque, por exemplo, ele primeiro louvou a épica mobilização que resgatou das praias francesas mais de 300 mil soldados britânicos sitiados pelo Exército nazista. Em seguida, fez a advertência: “Não se ganha uma guerra com retiradas”.

Churchill, Roosevelt e Stalin, durante a conferência de Yalta | Foto: National Museum of the U.S. Navy

Em agosto de 1940, em meio ao bombardeio de Londres que duraria 40 dias, ele frequentemente ordenou que aviadores da Real Air Force esquecessem por algumas horas a assustadora desvantagem numérica, deixassem os céus escurecidos pela Batalha da Inglaterra e quebrassem a moral do inimigo com ataques aéreos a Berlim e outras grandes cidades alemãs. Se estivesse no lugar de Churchill, uma Margaret Thatcher certamente faria a mesma coisa. Ela foi uma estadista e tanto. Mas o que teria acontecido caso o substituto fosse o atual primeiro-ministro, Boris Johnson? Pelo que fez e anda fazendo no combate à pandemia, essa flor de mediocridade não surpreenderia ninguém se determinasse a todos os britânicos — incluídos os alistados no Exército, na Marinha e na Aeronáutica, os integrantes do governo e ele próprio — que permanecessem em abrigos subterrâneos até que a guerra acabasse. Com a vitória de Hitler e seu comparsa italiano Benito Mussolini, naturalmente.

Churchill teve de lidar simultaneamente com a maior das guerras até então travada e com conflitos domésticos inevitáveis nas democracias. Para reduzir as colisões entre partidos, montou um ministério de união nacional. Isso não o livrou da feroz bancada oposicionista no Parlamento (que, ao contrário do que ocorreria décadas mais tarde em vários pontos do planeta fustigados pela covid, continuou funcionando normalmente). Entre uma visita ao front e uma viagem aérea de alto risco rumo a outra reunião secreta do alto comando aliado, o primeiro-ministro teve de sobreviver a moções de desconfiança que se seguiam a cada insucesso na guerra — e que não foram poucos. “É preciso coragem para levantar-se e falar, mas também é preciso coragem para sentar-se e ouvir”, aprendeu. Para ele, aliás, a coragem é a maior das qualidade humanas, porque garante as demais.

Os loucos por lockdown

Vista em seu conjunto, a performance dos chefes do combate à pandemia reitera que estadistas são uma espécie aparentemente desaparecida da face da Terra. É perturbador descobrir que o mundo ficou parecido com o Brasil da frase de Oswaldo Aranha. Ainda mais inquietante é constatar que os generais e sargentos que dirigem a guerra contra a pandemia se dividem entre os incapazes, os capazes de tudo e as bestas quadradas que acham possível vencer combates com retiradas sucessivas. A inquietação dos portadores de cérebros sem avarias é ampliada pela transformação do Supremo Tribunal Federal num Poder Moderador que age imoderadamente em favor dos governadores e prefeitos — e invariavelmente contra o chefe do Poder Executivo. Tudo o que faz ou pensa o presidente da República é coisa de genocida negacionista. Todas as bobagens produzidas pelos chefetes regionais ou municipais são elogiáveis, por comprovarem o respeito do bando a um oráculo batizado de ciência.

Faz quase dois anos que esses donatários do Brasil esbanjam aquela espécie de arrogância que mal camufla a pusilanimidade. Uma consulta ao abundante falatório dos loucos por lockdowns prova que a pandemia reformulou as prioridades do repertório vocabular. A discurseira agora é adornada por termos como “precaução”, “prevenção”, “cautela”, “cuidado”, “prudência”, “isolamento” e outras sopas de letras associadas ao medo. A mesma consulta informa que a palavra “coragem” foi expulsa da garganta da turma do “fique em casa”. Virou palavrão, coisa de bordel, conversa de cabaré, indigna de salões frequentados por gente que não dá um passo sem ouvir, pela voz dos condutores da guerra, o que dizem a ciência e a saúde. Se tivesse nascido na primeira metade do século passado numa fazenda do Reino Unido, essa gente se esconderia no celeiro de 1939 a 1945. E continuaria a afastar-se do mundo sempre que avistasse no horizonte algum avião de carreira.

Churchill, Roosevelt, o francês Charles de Gaulle e milhões de jovens anônimos foram à guerra para impedir o assassinato da liberdade. Os tiranetes cevados pela pandemia confiscaram direitos fundamentais a cada avanço do exército brancaleônico. A primeira vítima foi o direito de ir e vir, degolado por quarentenas e fechamentos de estradas. Em março de 2020, os humanos descobriram que já não eram livres para sair de casa quando quisessem, conviver com amigos ou familiares, muito menos ir a lojas, bares e restaurantes. Cinemas e teatros estavam interditados. Crianças haviam perdido a permissão para estudar em salas de aula e todos deveriam cobrir o rosto com máscaras.

A segunda foi a liberdade de expressão, guilhotinada pela submissão de todas as discordâncias à verdade oficial. Deixou de existir qualquer oportunidade para discutir ou debater as decisões das autoridades. O massacre estendeu-se ao direito à vida, suprimido no momento em que os generais decidiram que a economia deveria ficar para depois. E agora ameaça de morte a liberdade religiosa, o livre-arbítrio sobre o próprio corpo e o pátrio poder. Políticos e juízes tratam como bandidos os cidadãos que não se vacinaram e como criminosos hediondos os pais que se recusam a vacinar um filho.

Evandro Pelarin, juiz da Vara da Infância e da Juventude de São José do Rio Preto, por exemplo, resolveu intimidar todos os pais e mães da cidade. “A partir do momento que a Anvisa libera a vacinação de crianças, ela passa a ser obrigatória e os pais que deixarem de imunizar os filhos podem ser multados, processados e até perder a guarda.” Na cabeça do juiz de 44 anos, “a resistência dos pais é um crime, é colocar em risco a saúde alheia”.

A covidocracia

Os britânicos buscavam a vida normal entre um bombardeio e outro. Os brasileiros estão proibidos de acreditar que a pandemia está no fim. Os britânicos ficaram felizes com o fim da guerra. Os governantes destes trêfegos trópicos vibram com o crescimento de uma gripe e lamentam que a nova variante seja tão branda. “Essas proibições são um teatro”, observou o advogado e jornalista americano Michael Fumento. “Por quanto tempo permitiremos que as variantes sejam exploradas para manter uma covidocracia permanente? É hora de acabar. Precisamos dar a essa variante um novo nome de alfabeto grego: Ômega. Que é ‘o último’.”

Quem poderia imaginar que esse enredo kafkaniano se tornaria realidade?

A advogada e escritora Daria Fedotova, baseada na Ucrânia, afirma que está proliferando “uma espécie de Estado babá, que decide que seus cidadãos travessos não sabem o que é bom para eles e, portanto, precisam ser mantidos longe do perigo”. Embora a Ômicron tenha se mostrado nada letal desde sempre, Israel proibiu a entrada de estrangeiros no país. O Japão e o Marrocos fecharam o espaço aéreo. E cerca de 50 países impuseram restrições a viajantes que estiveram no sul da África.

Na contramão da liberdade individual, a Áustria tornará a vacina obrigatória a partir de fevereiro. Quem recusar a imunização será convocado por um tribunal local. Se ignorar a convocação duas vezes, pagará uma multa calculada em € 3.600. Se insistir na rejeição, será punido com multas que podem arruinar financeiramente o autor da infração. A Alemanha impôs um lockdown aos não vacinados. Cresce o número de países que exigem o passaporte de vacinação para entrar em locais fechados. Na Itália, os não vacinados estão impedidos de trabalhar.

Quem poderia imaginar que esse enredo kafkaniano se tornaria realidade? Em menos de dois anos, a civilização ocidental abriu mão com estarrecedora passividade de direitos fundamentais que levou séculos para conquistar. “Suspeito que muitos valorizam a liberdade menos do que gostamos de pensar”, afirmou o psiquiatra inglês Theodore Dalrymple, em entrevista a Oeste. “Se a liberdade acarreta um custo, eles estão dispostos a renunciar a ela. Alguns até acham a liberdade desconfortável, especialmente quando traz responsabilidades. Preferem que alguém cuide de seu conforto.”

Derrotado na primeira eleição depois da vitória sobre o nazismo, Churchill reagiu com a naturalidade dos estadistas: “Os eleitores acharam que sou melhor durante a guerra do que em tempos de paz”. Os sacerdotes do autoritarismo à brasileira acreditam que vacina é cabo eleitoral. O primeiro-ministro que venceu a Alemanha é imortal. Daqui a 75 anos, quando alguém lembrar que houve nos anos 20 uma pandemia homicida, os rufiões do coronavírus serão, na mais favorável das hipóteses, nomes de rua. São medíocres demais para descansarem em placas nas esquinas de alguma avenida.

Leia também “Os imoderados no poder”

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44 comentários Ver comentários

  1. Perfeitos, Augusto e Branca! Coloco em evidência o parágrafo em que citam o psiquiatra inglês Theodore Dalrymple, em que diz ” Se a liberdade acarreta um custo,………”. Explica a visão socialista/comunista para tudo. Abrem mão da liberdade por pura falta de coragem (imprescindível para Churchill), tornando-se pessoas covardes, incapazes, preguiçosas, ou seja, transferindo para alguém (Estado), que cuidem do seu “conforto”.
    Pior, abrem mão do indivíduo, de quem você é. Transferem para um ente a “gestão” da sua própria vida. Ninguém tem o direito de determinar, mandar, administrar a vida de ninguém. Este é o direito adquirido quando, em toda a nossa evolução, nos tornamos seres dotados de consciência própria (passamos a entender quem somos) e de inteligência.

  2. Como esses apologistas da vacina explicam os surtos de COVID em navios de cruzeiro onde todos os passageiros e tripulantes exibiram previamente seus certificados de vacinação e seus PCRs negativos? Respondem, obviamente, determinando mais uma vez, o fechamento.

  3. Perfeito, parabéns pela brilhante análise da atual situação LAMENTÁVEL que o Brasil está vivendo. Perfeito.👏🏾👏🏾👏🏾👏🏾

  4. Perfeita a comparação. Temos governantes medíocres e uma sociedade amendrontada, que se deixa levar por uma ilusória segurança à custa da liberdade.

  5. O problema maior é que se for preciso retomar as liberdades conquistadas termos que ter outra guerra mundial, ai não sobra ninguém.

    1. FDR era esquerdista segundo análise do livro “A Grande Mentira”. Parece-me que os progressistas conhecem muito bem como manipular a realidade a seu favor. O partido democrata americano era o grande escravagista, não obstante, a fama recai sobre os republicanos e conservadores. Note Augusto como sempre manipularam a verdade, a ponto do sr mencionar FDR no rol dos amigos da liberdade.

  6. Amigos Augusto e Branca, estamos vivendo em um mundo deserto de líderes e sociedades pateticamente ignorantes e conformadas. Os governos ditatoriais estão proliferando. Ronald Reagan nunca esteve tão atual – “a liberdade sempre está a uma geração da sua extinção.” -. Dizem que Deus porta um bornal com heróis/líderes e os espalha pela Terra, em punhados. Eles são a salvação. Que venham logo e para nós fica, desde já, o estandarte: “hay que tener cojones!”. Um grande abraço.

  7. REpúdio a esses tiranetes medícores. E repúdio ainda maior a essa parcela de população que bovinamente está aceitando ser pajeada e que não tem realmente nenhum apreço pela liberdade que a duras penas nossos antepassados conquistaram.

  8. Brilhante !
    Não há mau que dure tanto tempo ! O nosso estadista surgirá e declarará a guerra que se faz presente, principalmente após a desescamada visão, descrita com precisão e clareza.

  9. Artigo perfeito.
    Numa batalha sempre haverão baixas.
    Quem disse que não estamos aqui nesse mundo para lutar???
    O texto ressalta muito em que os medíocres se esquivam da batalha, perdem sem lutar!

  10. Estarrecedor. Uma reportagem para virar roteiro de filme, Emocionante demais. Que tenhamos a coragem de Churchill nessa árdua luta pela defesa da liberdade.

  11. Mais um texto que, não somente é brilhante em sua essência, como também é um verdadeiro apelo a situação extremamente triste e preocupante que vivemos.
    A sociedade Ocidental se tornou preguiçosa, mimada e alienada. Se acostumou com todas as benéssias, mimos e facilidades, e esqueceu de toda a trajetória e sacrifícios feitos por seus antepassados para chegarmos no patamar que atualmente ocupados. Que as pessoas acordem antes que seja tarde demais.

  12. Comparações equivocadas, na minha opinião. 619 mil irmãos brasileiros mortos até aqui. Perdemos tudo isso na guerra? Não é para se preocupar? Em todo caso, respeito a opinião de todos!

    1. Meu caro, perdemos todos os anos um décimo disso por homicídio e outro décimo por acidentes de trânsito. Nem por isso deixamos de ir e vir a pé ou de carro.

    2. Quantas dessas mortes foram EFETIVAMENTE em decorrência da Covid-19? Lembro de um caso de um cidadão que morreu esfaqueado e foi computada sua morte como sendo por Covid. Você por acaso sabe de tudo e aceita com passividade ter todas as suas liberdades tolhidas? Se sim, dirija-se à Venezuela, pois lá predominam as suas aparentes preferências sociais.

      1. Não seria necessário. A Venezuela está a caminho! Passar bem!

    3. Diante de tanta politicagem é difícil acreditar nesses números. Não esqueça que nossos políticos nunca se interessaram pelo bem estar do povo mas em seus próprios bolsos.

    4. Sr. Fernando, ninguém, muito menos o Augusto está depreciando as vítimas da doença. O que estamos esquecendo é da coragem necessária para enfrentar a realidade.

  13. A mediocridade e pequenez política produz exemplares como Dória, Omar Aziz, Renan Calheiros, Randolfe, Rui Costa e tantos outros que de tão insignificantes não merecem sequer serem citados….

  14. Texto exemplar para ser exposto a todos os desvairados, que só sabem mentir e falsear todas as verdades. Parabéns e agradecimentos ao excelente jornalismo sério, verdadeiro e competente da Revista Oeste. Desejo um Ano Novo com alegria e paz a toda a equipe deste destacado meio de comunicação: a Revista Oeste.

  15. Concordo com tudo. Belíssimo artigo. Churchill foi o maior estadista dos séculos XX e XXI e talvez até, muito mais do que isso. Mas, estaria eu delirando ou, aqui no Brasil, existe um governante enfrentando a tudo e todos – com coragem e bravura- para defender a liberdade?
    Perguntar não ofende, certo?

  16. Belas e encorajadores palavras para um Brasil que teima em não ficar de joelhos para uns calhordas de ocasião. Parabéns caros jornalistas

  17. Mestre Augusto se tivesse recursos financeiros para tal, faria chegar às mãos de toda a população brasileira esse seu artigo. Tenho minhas dúvidas se seria entendido e se fosse se resultaria em alguma virada de posicionamento, mas faria assim mesmo. Infelizmente quem tem a exata noção do que estamos vivendo são poucos e não temos condições de reverter essa realidade que vivemos .

  18. A Revista Oeste é um alento em meio a toda essa insanidade. Seus colunistas e jornalistas são nossos últimos soldados no front de batalha contra essa podridão que tenta retornar ao poder pelos mais diversos caminhos. Deus nos acuda.

  19. Oeste acertou mais uma vez com essa capa mais que oportuna.
    Capa corajosa e lúcida escrita por dois jornalistas corajosos e lúcidos.

  20. Prezado mestre Augusto Nunes e prezada jornalista Branca Nunes, parabéns pelo artigo. É um texto digno de fechar esse ano que parecia interminável. Ficará entre os meus guardados.

    As citações dos tempos da 2a Guerra Mundial em comparação com o que vivemos hoje são muito oportunas e instigantes. Eu não sou jovem, mas também não vivi naqueles tempos. De vez em quando, tento avaliar o que se passava na cabeça dos jovens de então ao ver o mundo mergulhado num conflito generalizado e de violência inimaginável. Haveria um futuro? Iriam envelhecer ao lado de seus amores? Veriam seus filhos crescerem? Seriam os herdeiros da Terra? Mas qual Terra, se só o que havia eram campos minados, cercas de arame farpado e cadáveres insepultos à margem das estradas. O homem que vai para uma guerra, nunca é o mesmo que volta.

    Mas, sim, havia esperança no coração dos jovens. Como eu sei disso? Simples! Sem esperança, não há forças para lutar. E eles lutaram e lutaram com vontade de vencer, apesar do medo. E muitos morreram lutando para que muitos e muitos outros tivessem o futuro com o qual todos sonhavam. E venceram. Mesmo quem perdeu, ganhou, porque a causa dos vencedores era justa. A causa da liberdade com responsabilidade sempre é justa.

    Neste mundo tão estranho em que estamos vivendo hoje, o que estarão sentindo os jovens em relação ao futuro deles?

    “Meu corpo, minhas regras”? Não! Seu corpo, regras dos tiranos!

    As escolas, que sempre foram “o caminho para o futuro”, fecharam! E vão continuar fechadas para os livres, se depender dos tiranos.

    O que estamos vendo nascer é um novo tipo de escravidão. Um tipo baseado no consentimento tácito do indivíduo, que em nome de um “socialismo sanitário”, concorda com a tutela do Estado sobre seu corpo, mesmo sem estar convencido sobre os benefícios dessa concessão. Como sempre, há os componentes do medo, das ameaças de insuportáveis crueldades (como a do juiz), e da promessa de uma NÃO vida para os reacionários (os “reaça”, no dialeto das esquerdas).

    Voltando aos sacrifícios e glórias da Guerra. Temos que honrar todos aqueles que morreram pela nossa liberdade. Temos que morrer como homens livres, nem que para isso tenhamos que fugir para um novo tipo de “quilombo” ou tenhamos que lutar até a morte, como eles fizeram. Se não for esse o nosso compromisso, não teremos dignidade.

    Que nesse ano de 2022, que promete ser um dos mais sombrios da História, no coração dos jovens haja Força, Coragem e Fé! Que lutem e vençam!

    Um Feliz 2022 para toda a equipe da Revista Oeste.

  21. Os governantes fazem lockdown para matar as pessoas de fome e não do virus chinês, e as pessoas estão morrendo pelos dois motivos. Agora os vacinados continuam com medo do virus chinês e os não vacinados continuam vivendo suas vidas sem receios dos efeitos colaterais da vacina experimental.

  22. Excelente artigo. Brilhante
    Mas no final, a liberdade perdeu. Conquistada a duras penas e apos longas batalhas, ela se foi derrotada por um vírus microscópico

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