Coreia do Sul desenvolve ‘sol artificial’

Equipamento é sete vezes mais potente que o núcleo solar
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O "sol artificial" | Foto: Divulgação/Instituto Nacional de Energia de Fusão
O "sol artificial" | Foto: Divulgação/Instituto Nacional de Energia de Fusão | kstar - sol artificial - coreia do sul

Equipamento é sete vezes mais potente que o núcleo solar

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O “sol artificial” | Foto: Divulgação/Instituto Nacional de Energia de Fusão

Cientistas da Coreia do Sul desenvolveram um “sol artificial”. De acordo com informações divulgadas nesta semana, o mais novo investimento tecnológico do país asiático chegou à temperatura de 100 milhões de graus Celsius em 20 segundos. Isso teria ocorrido em teste realizado no fim de novembro.

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A temperatura divulgada representa quase sete vezes mais o máximo de energia liberada pelo núcleo solar, que é de 15 milhões de graus Celsius. Para os cientistas sul-coreanos, o desafio agora é fazer com que o equipamento — batizado de KStar — consiga manter a carga energética por mais tempo. O objetivo é fazer com o que reator gere energia elétrica em grande escala.

Apesar de contar com um reator, a energia gerada pelo “sol artificial” da Coreia do Sul não pode ser classificado como energia nuclear. De acordo com o site norte-americano Science Alert, especializado em ciência e descobertas tecnológicas, o KStar gera energia a partir da junção de núcleos atômicos. No trabalho nuclear, ocorre o inverso: a energia é gerada com a separação de átomos.

Baseados na Coreia do Sul, os trabalhos voltados ao chamado “sol artificial” contam com a colaboração de profissionais norte-americanos. O projeto é desenvolvido pelo Centro de Pesquisa do Instituto Nacional de Energia de Fusão em parceria com Universidade Nacional da própria Coreia do Sul e a Columbia University, dos Estados Unidos.

O KStar não é, contudo, o primeiro tokamak (nome técnico desse tipo de reator) do mundo. O site da CNN Brasil informa que a China há algum meses ligou equipamento similar. Entretanto, os resultados alcançados não foram divulgados à imprensa.

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O reator visto de cima | Foto: Divulgação/Instituto Nacional de Energia de Fusão

Leia também: “Um drinque na Lua”, artigo do jornalista Dagomir Marquezi publicado na Edição 33 da Revista Oeste.

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