A Google comemorou os 250 anos da independência americana com um comercial que provocou polêmica. Em um vídeo de 65 segundos, imaginou como a Constituição dos EUA seria escrita se os Pais Fundadores contassem com a tecnologia de hoje.
A propaganda inclui até a possibilidade de eles se comunicarem em um grupo tipo WhatsApp, com Thomas Jefferson, George Washington, Samuel Adams, Benjamin Franklin, John Adams e outros 60 participantes. Na fantasia publicitária, o texto original da Constituição é revisado com a ajuda da inteligência artificial. Os encontros pessoais são combinados pelo Google Meet.
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Com um toque de humor, o primeiro selo da República criado pela IA, por sugestão de Benjamin Franklin, envolve um peru. “Uma águia seria bem mais majestosa”, recomenda John Adams. A Declaração é enviada ao rei George III por e-mail. Mas o Gemini recomenda que o acesso do rei seja bloqueado. A reação ao simpático comercial, em geral, foi positiva.
Já o historiador Angus Johnston declarou sua hostilidade à iniciativa do Google: “Mesmo em uma piada fantasiosa boba, é impossível argumentar que a IA seja uma ferramenta útil para organização política, redação ou colaboração humana”. Aparentemente, Johnston permanece no século 18.
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