A Tesla, do bilionário sul-africano Elon Musk, revelou avanços importantes no projeto do seu robô humanoide Optimus. As novidades indicam principalmente um rápido processo de evolução. A versão Gen-3 ganhou mãos mais articuladas, com 22 graus de liberdade. Assim, o equipamento pode realizar tarefas mais delicadas. Além disso, a empresa passou a treinar o robô com uso de vídeos de humanos em atividades rotineiras. Desse modo, os engenheiros esperam acelerar o aprendizado das máquinas.
Recentemente, o Optimus participou de demonstrações públicas, ao realizar movimentos de dança complexos e interagir com o público, mostrando progresso na mobilidade e na inteligência social. Apesar desses avanços, a produção ainda enfrenta desafios técnicos, como motores de juntas e autonomia da bateria, exigindo ajustes antes do lançamento em larga escala. Trata-se de uma realidade parecida com a trajetória inicial da própria Tesla, que custou a se consolidar na indústria automobilística.
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Musk reforça previsão de 20 bilhões de robôs
As novidades mais recentes reforçam previsões que o bilionário Elon Musk já havia feito em 2024, durante o Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions. Na ocasião, ele afirmou que o Optimus seria capaz de realizar tarefas domésticas e industriais, como cozinhar, passear com cães, ensinar crianças e tocar piano.
Ele estimou que haveria pelo menos um robô por pessoa e muitos outros em atuação na indústria. Sua estimativa mantém-se em um mercado global de até 20 bilhões de unidades.
Musk também destacou o potencial de gerar receita anual de até US$ 30 trilhões, caso a produção atinja 1 bilhão de unidades por ano a US$ 3 mil cada uma. Segundo ele, a demanda por robôs humanoides será comparável à de smartphones.
O projeto do Optimus, agora com demonstrações concretas, mostra que as previsões de Musk sobre a robótica e a inteligência artificial estão se tornando realidade, aproximando-se da massificação de robôs no cotidiano das pessoas e na indústria.
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