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Tecnologia

Foguete chinês rompe e coloca mais de mil satélites em risco no espaço

Mais de 1,1 mil satélites e outros objetos no espaço podem colidir com detritos chineses

Criada a cerca de 800 quilômetros de altitude, a nuvem de detritos vai durar diversos anos, conforme especialistas | Foto: Michal Bednarek/Shutterstock

Um estágio de um foguete chinês que rompeu no espaço, nesta semana, criou mais de 700 pedaços de detritos e colocou mais de mil satélites e outros objetos em uma região de alto tráfego na órbita da Terra em risco de colisões perigosas. As informações são da CNN Brasil.

Segundo analistas, a empresa estatal chinesa Shanghai Spacecom Satellite Technology lançou 18 satélites de internet à órbita na terça-feira 6. O pacote inaugural de uma rede de comunicações que vai desafiará a vasta constelação Starlink, da SpaceX.

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O estágio superior do foguete que carregava os satélites pode ter explodido logo após se posicionar as cargas úteis, criando um campo crescente de detritos que empresas norte-americanas de monitoramento do espaço avaliam ser de ao menos 700 peças até o momento.

A LeoLabs, empresa de monitoramento espacial, disse que a quantidade de pedaços, provavelmente, supera 900 pedaços de detritos, tornando o evento um dos maiores da história.

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Criada a cerca de 800 quilômetros de altitude, a nuvem de detritos vai durar diversos anos, conforme especialistas. Não está claro se o rompimento do corpo do foguete foi causado por uma colisão com outro objeto ou uma explosão a bordo de combustível de foguete não usado.

Inicialmente, o Comando Espacial dos EUA informou que o evento criou 300 peças de detritos, o que deve crescer à medida que a nuvem de fragmentos se disperse.

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Mais de 1,1 mil satélites e outros objetos no espaço podem colidir com detritos chineses, de acordo com Audrey Schaffer, vice-presidente de estratégia da empresa de monitoramento espacial Slingshot Aerospace.

“O que estamos vendo agora é que há mais de 1,1 mil conjunções previstas com distâncias de falha inferiores a 5 quilômetros nos próximos três dias”, declarou Audrey. Conforme ela, aproximadamente um terço desses objetos sob risco são naves ativas que provavelmente podem ser manobradas para sair do caminho.

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5 comentários
  1. Manoel Claudio Vieira
    Manoel Claudio Vieira

    Não é de hoje que digo que cedo ou tarde precisaremos colocar um serviço de coleta de lixo no espaço

  2. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Os chinas sempre fazendo merda igual aos carros elétricos deles

  3. Fabio R
    Fabio R

    Somente os mais inocentes acreditarão que foi sem querer…

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