Fortuna de Zuckerberg encolhe US$ 70 bilhões

Aposta no metaverso e o balanço negativo do Facebook influenciaram no patrimônio do CEO da Meta

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Mesmo com a queda, atualmente, a fortuna de Zuckerberg está avaliada em US$ 55,9 bilhões
Mesmo com a queda, atualmente, a fortuna de Zuckerberg está avaliada em US$ 55,9 bilhões | Foto: Reprodução/Flickr

Mark Zuckerberg, CEO da Meta — empresa controladora do Facebook, do Instagram e do WhatsApp —, viu sua fortuna reduzir US$ 71 bilhões só neste ano.

Faz menos de dois anos que Zuckerberg tinha um patrimônio avaliado em US$ 106 bilhões e fazia parte de um grupo de elite de bilionários globais. Sua riqueza atingiu um pico de US$ 142 bilhões em setembro de 2021. No mês seguinte, Zuckerberg mudou o nome da empresa de Facebook para Meta. A partir daí, as ações da companhia despencaram.

Os balanços recentes têm sido péssimos. Tudo começou em fevereiro (US$ 125 bilhões), quando a empresa não registrou crescimento no número de usuários mensais do Facebook, provocando um colapso histórico no preço da ação e reduzindo a fortuna de Zuckerberg em US$ 31 bilhões em um único dia.

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Outros problemas incluem a aposta do Instagram no Reels — sua tentativa de fazer frente ao TikTok — em um momento em que o setor fatura menos com anúncios em meio a preocupações com uma desaceleração econômica.

As ações também sofrem com os investimentos da empresa no metaverso. Zuckerberg disse esperar que o projeto perca quantias “significativas” de dinheiro nos próximos três a cinco anos.

A empresa está se saindo pior em 2022 do que a maioria de seus concorrentes. Caiu 57% neste ano, muito mais do que as quedas de 14% da Apple, 26% da Amazon e 29% da Alphabet. Está até chegando perto da Netflix, que amarga um declínio de cerca de 60%.

Quase toda a riqueza de Zuckerberg está vinculada às ações da Meta. Ele detém mais de 350 milhões de papeis da companhia, de acordo com a última declaração da empresa.

Atualmente, a fortuna de Zuckerberg está avaliada em US$ 55,9 bilhões e, agora, ele ocupa o 22º lugar entre os bilionários globais, sua posição mais baixa no ranking desde 2014, de acordo com a Bloomberg.

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5 comentários Ver comentários

  1. Estou contribuindo com isso ao cancelar minha conta no Foicebook no ano passado, por ter sido bloqueado 4 vezes, onde em meu país é proibido a censura. Já passou da hora do Congresso criar lei que proíba estas redes sociais de censurarem seus participantes. Ou se enquadram em nossas leis ou eles que caiam fora de nosso gigantesco mercado.

    1. Concordo. Como uma empresa pode censurar alguém sem uma ordem judicial? Estão com autoridade acima da justiça? Eu cancelei minha conta em 2019 e não faz falta.

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