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Tecnologia

Empresa dona do Facebook e do Instagram alerta: Mark Zuckerberg pode morrer a qualquer momento

Atividades e 'hobbies' do empresário preocupam a companhia

Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg, CEO da Meta, têm preocupado a direção da companhia | Foto: Reprodução/Flickr

A Meta, dona do Facebook e do Instagram, divulgou seu novo relatório financeiro anual e alertou que o CEO da companhia, Mark Zuckerberg, e outros integrantes da empresa podem morrer a qualquer momento.

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Conforme a Meta, os profissionais têm dedicado parte de seu tempo livre a atividades consideradas de alto risco. Entre elas, esportes de combate, esportes radicais e aviação.

A preocupação da Meta com essas atividades não é somente com a saúde e segurança de Zuckerberg. De acordo com o relatório, uma eventual ausência do CEO resultaria em um “impacto material adverso às operações da empresa”.

Meta
Relatório financieiro da Meta alerta para consequências perigosas com as atividades de Zuckerberg | Foto: Divulgação/Meta

Na declaração, também é destacada a importância de outras figuras-chave na estrutura organizacional da empresa. A perda de membros da gestão e profissionais essenciais nas áreas de engenharia, desenvolvimento de produto, marketing e vendas pode desestabilizar a operação da companhia.

Preocupações da Meta com Mark Zuckerberg

Além das preocupações internas, o relato sobre as atividades do CEO levanta questionamentos sobre a estabilidade e a liderança na Meta. De acordo com a revista Exame, a empresa já enfrentou diversas demissões nos últimos anos, que afetou quase 70 mil funcionários.

Em 2023, Zuckerberg havia agendado um confronto físico com Elon Musk, embora o embate tenha sido postergado por diversos fatores, como objeções por parte da mãe de Musk.

Leia também: “Google, Meta e Amazon querem ganhar a corrida da inteligência artificial”

A divulgação do alerta, associado às atividades de Zuckerberg, coincidiu com uma ascensão no valor das ações da Meta. Os dados contrariam as expectativas de que as revelações abalariam a confiança dos investidores.

Até o momento, não se sabe quais as motivações do relatório da empresa. Por enquanto, não há conclusões definitivas sobre a relação entre as atividades do CEO e o desempenho de mercado da Meta.

Leia também: “A inteligência artificial muda o mundo”, artigo de Dagomir Marquezi publicado na edição 197 da Revista Oeste

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