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Tecnologia

Pipo Saúde levanta R$ 100 milhões em nova rodada de captação

Fundada em 2019, startup vem registrando forte crescimento e busca modernizar a gestão de planos de saúde do país

Fundada em 2019 pelos economistas Manoela Mitchell e Vinicius Corrêa e pelo desenvolvedor Thiago Torres, a healthtech Pipo Saúde levantou R$ 100 milhões (cerca de US$ 20 milhões) em uma nova rodada de captação série A.

Em entrevista à Exame, a cofundadora e presidente da empresa, Manoela Mitchell, afirmou que a startup não estava em busca de um aporte, mas foi apresentada ao fundo norte-americano Thrive Capital, conhecido pela atuação de sucesso no setor de planos de saúde nos Estados Unidos.

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O fundo quis investir na Pipo, que cresceu oito vezes em um ano, e acabou liderando a rodada. Antes da healthtech, a Thrive já havia investido no Nubank, na Loft e na Pitzi no Brasil.

Além da Thrive, entraram na série A os investidores-anjo Hans Tung (sócio gestor da GGV Capital), Florian Otto (presidente da Cedar) e Henrique Loyola (presidente da Avec). Outros participantes da rodada foram David Vélez e os fundos Monashees, Kaszek e OneVC, que já tinham investido R$ 20 milhões na empresa em junho de 2020.

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“A nossa missão é garantir acesso ao menor custo possível para quem está pagando a conta. Não cobramos das empresas, mas recebemos uma corretagem mensal recorrente das operadoras”, afirma Mitchell. Atualmente, a Pipo conta com 100 clientes, entre os quais Alura, MadeiraMadeira e Buser.

Kareem Zaki, sócio diretor da Thrive, afirma que “a Pipo está usando dados para entregar valor em cada etapa da jornada do cliente, desde informar as decisões de compra do empregador e automatizar o gerenciamento de benefícios até ajudar os funcionários a navegar pelo sistema de saúde”. “O resultado é uma economia de 20%, fluxos de trabalho até 50 vezes mais rápidos e uma taxa de satisfação do cliente de 97%, algo sem precedentes na indústria”, completa.

De acordo com a empresa de inovação Distrito, as healthtechs receberam cerca de US$ 183,9 milhões em investimentos no Brasil apenas no primeiro semestre deste ano.

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Com informações da Exame e do jornal O Estado de S. Paulo

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