Redes sociais censuram vídeo em favor da hidroxicloroquina que viralizou

Até mesmo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, compartilhou peça que chegou a ser vista por mais de 14 milhões de pessoas.
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Vídeo de médicos que defendiam hidroxicloroquina foi retirado do ar por redes sociais | Foto: Reprodução
Vídeo de médicos que defendiam hidroxicloroquina foi retirado do ar por redes sociais | Foto: Reprodução | redes sociais, hidroxicloroquina, donald trump, covid-19, coronavírus

Até mesmo o presidente dos EUA, Donald Trump, compartilhou a peça, que chegou a ser vista por mais de 14 milhões de pessoas

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Vídeo de médicos que defendiam hidroxicloroquina foi retirado do ar por redes sociais
Foto: Reprodução
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Um vídeo do site Breitbart que defendia o uso da cloroquina contra o coronavírus foi censurado por Facebook, Twitter e YouTube após viralizar.

Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o filho dele Donald Trump Jr. compartilharam a publicação, que chegou a ser vista por mais de 14 milhões de pessoas apenas no YouTube antes de ser tirada do ar e era o vídeo de melhor desempenho no Facebook no mundo na tarde de segunda-feira.

Nas imagens, um grupo de médicos afirmava que a hidroxicloroquina é a cura para a covid-19 e que não é necessário usar máscara contra o vírus chinês.

As imagens foram feitas em uma coletiva convocada pelos especialistas para desmistificar fatos sobre a pandemia e gravadas pela página de direita.

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20 comments

  1. 2020.07.16 (cloroquina)

    Há um engano universal que impede a inteligência de encarar a ciência como o conhecimento que se unifica à consciência humana de maneira gradual, numa escala que abrange — como diz Olavo de Carvalho — “possibilidade, verossimilhança, probabilidade e certeza apodíctica”, e que se define pela crença de que a ciência, ao contrário, é na verdade o mesmo que encarar a palavra dos homens como um traslado da própria palavra de Deus, onde possibilidade e certeza apresentam-se, simultaneamente, como uma só coisa, e os únicos graus de conhecimento admitidos são o verdadeiro e o falso.

    Este equívoco estrutural, que faz com que alguém se veja como um legítimo defensor da ciência no instante mesmo em que a renega ao contrapor-se ao curso natural e obrigatório do conhecimento, é o real cenário por trás da polêmica em torno da cloroquina, ou hidroxicloroquina, de forma que isto é impulsionado por dois tipos de mentalidade. A primeira move aqueles que estão de fato preocupados com a cura dos doentes, e que portanto admitem o testemunho de médicos e pacientes que indicam uma alta probabilidade de que o remédio funcione, sendo este, então, efetivamente um meio muito provável de se evitar mortes; e a segunda, aqueles que estão mais preocupados em não se apresentarem, perante a autoridade onipresente de uma opinião oficial onisciente e intangível, como pessoas “insensatas”, “imprudentes” ou não “moderadas”, e não serem assim rotulados de “anticientíficos”, “negacionistas”, “obscurantistas”, ou qualquer uma dessas outras adjetivações que embotam o horizonte de consciência do sujeito mediante a coação psicológica.

    Ou seja, não se debate a vida ou a morte de pessoas com indivíduos para os quais o centro da discussão não é outra coisa além da sua “biografia”, sendo, nestes casos, a única obrigação, denunciar publicamente suas personalidades mesquinhas e o contraste existente entre a afetação de moralidade pretendida em suas frases feitas e o real significado que elas ganham perante as consequências fatais que geram no mundo real.

  2. essa senhora que aparece no video , formada na Nigéria (e sem qualquer preconceito com a nigeria, ok?) aparece em alguns videos falando que há reptilianos no governo americano, que espermas demoníacos espalham doenças e que há pesquisas de vacinas usando DNA alienígena… Uma senhora com essa “biografia” criticar a ciência beira o ridículo… Não há até o momento, pesquisas randomizadas, estruturadas e sérias que comprovem a eficácia da Cloroquina… Isso é ciência… Se formos para a crença, a questão vai pra outro lado…

  3. Há médicos conceituados no Brasil assumindo a mesma postura. Suas avaliações são tão válidas quanto as do hemisfério norte.
    Quanto ao aspecto científico do fenômeno, enquanto não se explique como o fármaco age no vírus, vale observar os resultados; no caso, com notável margem de eficiência. Se os puristas da ciência não querem se submeter a esse “curandeirismo”, esperem pela vacina ou, em casos extremos, sujeitem-se aos respiradores, mas deixem que pessoas adultas e livres façam sua opção. A discussão pública é ponta de um iceberg bastante obscuro quanto a interesses além da cura.

  4. Só quem está contra a hidroxicloroquina são os pseudo cientistas e vigaristas , que querem colocar a ciência acima do ser humano. Não existe nenhuma outra substância utilizada que tenha dado os mesmo resultados da medicação , em questão. Já existem estudos clínicos randomizados e testados,porém o charlatanismo impera e a ideologia burra também. Pior é querer entregar a população vacinas apressadas e testadas em fases iniciais que poderão causar problemas sérios para saúde. Aí sim esses cientistas de meia tigela deveriam ser presos por estarem em cima de alicerces frágeis e mentirosos. Viva a Dra. Stella Immanuel pela coragem e o enfrentamento ao maior vigarista dos EEUU o falso cientista Anthony Faucy, mafioso e periculoso.

  5. As informações relatadas em um dos comentários sobre a médica que aparece no vídeo precisam ser apuradas para o bem da verdade e do jornalismo sério.Obrigado

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