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Agronegócio

‘Capital do abacaxi’ responde por 16% da produção nacional

Localizado na Região Norte, o município tem na fruta sua principal fonte de riqueza

Com 17 mil habitantes no interior do Pará, o município de Floresta do Araguaia é a capital do abacaxi no Brasil. A produção local responde por 16% de toda a colheita nacional, de acordo com os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano de 2022, a safra nacional da fruta fechou em 1,5 milhão de toneladas. Conforme os dados do IBGE, 260 mil toneladas foram colhidas na capital do abacaxi.

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Pelos cálculos da prefeitura, a colheita é de cerca de 200 milhões de frutas por ano. Esse volume movimenta por volta de 60 caminhões por dia para escoar a produção. O governo estadual estima que 7 mil famílias vivem da cultura no município.

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“O solo daqui é ideal para o plantio, pois tem pedras pequenas, pedregulho, além da terra, que é o exatamente a que o abacaxi gosta”, disse à Agência Pará Gilber Machado, agricultor de Floresta do Araguaia.

Produção milionária

Segundo o instituto, o valor da produção municipal daquele ano fechou em R$ 387 milhões. Assim, a cifra corresponde a R$ 154 mil por habitante. A fruta é responsável por quase toda a riqueza local, uma vez que o produto interno Bruto local é estimado em cerca de R$ 414 milhões.

Plantio de abacaxi em Floresta do Araguaia | Foto: Reprodução/Agência Pará

Além disso, a capital do abacaxi é responsável por 75% da colheita do Pará. A agricultura paraense é responsável pela maior safra estadual da cultura no Brasil.

Capital do abacaxi, um novo município novo

Floresta do Araguaia se tornou um município em 1993. Ou seja: tem apenas 30 anos de emancipação. Sua formação, contudo, remonta há 1970.

Naquele ano, o padre Augusto Dias Brito começou a projetar o lugar, conforme os registros do IBGE. Por volta de um ano depois, em dezembro de 1971, a religiosa celebrou a primeira missa local. Na sequência, ele deu início à construção da primeira pista de pouso e uma capela. Depois disso, as terras férteis da região começaram a atrair muitas famílias.

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2 comentários
  1. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    Industrializar a produção e gerar valor nada né?!? Preferem usar 60 mega caminhôes por dia. Pobre Brasil…dificil de industrializar viu;

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