A Polícia Civil do Estado de São Paulo concluiu o primeiro inquérito sobre o assassinato do ex-delegado-geral de São Paulo Ruy Ferraz Fontes. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) indiciou 12 pessoas por homicídio e/ou por integrar organização criminosa. A corporação afirma que a facção PCC participou do planejamento e da execução do crime.
O Ministério Público de São Paulo recebeu o relatório final desta fase na quinta-feira 13. O documento afirma que sete indiciados responderão por homicídio e organização criminosa. Outros cinco estão no inquérito apenas por organização criminosa.
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A motivação e a identificação dos mandantes ainda seguem em apurações paralelas. Essas etapas continuam em outros inquéritos.
Caso Ruy Ferraz: polícia pede manutenção das prisões
A Polícia Civil requereu a manutenção de todos na prisão. O pedido inclui a conversão das temporárias em preventivas e a permanência dos que já estão detidos de forma preventiva.
Ao todo, 14 pessoas aparecem como envolvidas no ataque. Um dos investigados, apontado como atirador e um dos responsáveis pelo planejamento, morreu durante o cumprimento de um mandado de prisão no Paraná, segundo o g1.
Outro suspeito, que seria a quarta pessoa em um dos carros usados no assassinato, ainda não foi identificado. Por isso, seu nome não consta no relatório final.








































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