A revolução musical do streaming

Tecnologia se transformou na forma mais completa, acessível, barata e aperfeiçoada de mídia musical
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Conforme Marquezi, foi somente em 1877 que Thomas Alva Edison inventou o fonógrafo
Conforme Marquezi, foi somente em 1877 que Thomas Alva Edison inventou o fonógrafo | Foto: Reprodução/YouTube

Em artigo publicado na Edição 125 da Revista Oeste, o jornalista Dagomir Marquezi descreve como o mundo musical se desenvolveu até chegar aos serviços de streaming. Em 1808, imagine juntar uma semana de pagamento para assistir à Quinta Sinfonia de Beethoven e, quando acabar o concerto, ter de ir embora sem levar nenhum CD ou aplicativo com a gravação para casa. Simplesmente horrível. De fato, esse é o limbo dos amantes de música.

“Você adorou a Quinta de Beethoven. Quando a sinfonia termina, ela deixa de existir para você”, escreveu o colunista. “Exceto se ela for interpretada de novo em outro concerto, e você pague mais 2 guldens para ouvi-la. Você não vai encontrar a Quinta numa loja de discos, pois música não se grava em 1808. E as notas tocadas pela orquestra somem no ar como a névoa de Viena.”

Marquezi rememora que foi somente em 1877 que Thomas Alva Edison inventou o fonógrafo — aparelho que reproduzia os sons que gravava. Já em 1912, surgiram os primeiros discos de 78 rotações por minuto, que gravavam três minutos de cada lado. “Essa foi a primeira mídia musical que se popularizou em escala global”, explicou o jornalista.

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Depois, veio o vinil estéreo (1857), Compact Disc (CD) e, então, a revolução do streaming. “Nesses 20 anos, o streaming se transformou na forma mais completa, acessível, barata e aperfeiçoada de mídia musical”, disse o colunista. Agora, é possível pagar R$ 30 por toda a música do mundo, em uma qualidade infinitamente melhor. Nunca foi tão fácil escolher.

Leia um trecho

“Para não complicar as coisas, hoje temos três qualidades básicas de gravação digital: 1) o MP3, que é bem compactado e perde parte de sua definição. 2) o “som de CD”, que compacta menos e oferece um som de qualidade no limite da capacidade humana. 3) o som “lossless”, ou seja, sem perdas. Você ouve o que foi registrado no estúdio, como se estivesse lá dentro.”

“Para chegar a esse paraíso, é preciso assinar pelo menos um desses serviços e ter um bom equipamento. Mesmo quem usa fones de ouvido comuns (de qualidade) vai perceber no lossless sons que nunca tinha percebido em discos ouvidos repetidas vezes em outras mídias. Aquele velho álbum dos Beatles que você cansou de ouvir em vinil ou CD vai soar diferente.”

“Óbvio que quanto melhor seu equipamento (fones, caixas, soundbar), melhor o aproveitamento dos recursos técnicos oferecidos. Você pode ouvir suas músicas on-line e também baixar músicas para ouvir se não tiver conexão. Pode ouvir álbuns ou reunir as músicas de que gosta em playlists.”

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Revista Oeste

A Edição 125 da Revista Oeste vai além do texto de Dagomir Marquezi. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de J.R Guzzo, Bruno Freitas, Flavio Morgenstern, Iara Lemos, Augusto Nunes, Rodrigo Constantino, Guilherme Fiuza, Ana Paula Henkel, Roberto Motta, Salim Mattar, Silvio Navarro, Edilson Salgueiro, Evaristo de Miranda, Bruno Meyer e Joanna Williams.

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