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Agressor que confundiu bebê com boneco reborn é liberado sob fiança

Filipe Martins Cruz deu um tapa na cabeça da criança de 4 meses

Em depoimento, o agressor alegou acreditar que o casal tentava furar a fila usando um ‘bebê’ reborn | Foto: Prostooleh/Freepik
Em depoimento, o agressor alegou acreditar que o casal tentava furar a fila usando um ‘bebê’ reborn | Foto: Prostooleh/Freepik

A Justiça autorizou, mediante pagamento de fiança, a liberação de Filipe Martins Cruz. Ele agrediu um bebê de 4 meses depois de confundi-lo com um boneco reborn, em Belo Horizonte. O juiz responsável pela decisão informou que a medida poderá ser revista.

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De acordo com a polícia, a criança agredida deixou o Hospital João XXIII, que não deu informações sobre qual era o quadro de saúde do bebê no momento do atendimento.

Agressor insistiu que o bebê era reborn

O episódio ocorreu em frente a um trailer de lanches, na Praça da Savassi, quando o agressor abordou um casal e começou a fazer brincadeiras com o bebê.

As imagens mostram Cruz se aproximando e fazendo movimentos bruscos próximo à criança. O vídeo também revela o agressor sendo contido por pessoas no local e recebendo chutes. Em determinado momento, o pai do bebê o atinge com uma cadeirada.

O bebê foi atingido na cabeça

Durante a interação, Cruz perguntou se a criança era real. Mesmo depois de o pai negar que se tratava de um boneco, ele insistiu na dúvida. O bebê, que estava no colo da mãe, foi atingido por um tapa na cabeça, o que provocou inchaço na orelha.

De acordo com a polícia, a criança agredida deixou o Hospital João XXIII, que não deu informações sobre qual era o quadro de saúde do bebê no momento do atendimento | Foto: Holiak/Freepik
De acordo com a polícia, a criança agredida deixou o Hospital João XXIII, que não deu informações sobre qual era o quadro de saúde do bebê no momento do atendimento | Foto: Holiak/Freepik

Pessoas que presenciaram a cena imobilizaram o agressor até a chegada da Polícia Militar. Em depoimento, Cruz alegou acreditar que o casal tentava furar a fila usando um “bebê” reborn. Ele informou à polícia que não faz uso de medicamentos controlados, mas confirmou ter consumido álcool. Segundo os policiais, Cruz demonstrava “sobriedade” ao falar e agir.

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