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Bope realiza velório de PMs mortos na megaoperação no Rio

Sargentos foram assassinados durante confronto nos complexos da Penha e do Alemão

Bope
Sargentos Heber Carvalho da Fonseca e Cleiton Serafim Gonçalves | Foto: Reprodução/bope.oficial/Instagram

O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) realiza nesta quinta-feira, 30, o velório dos sargentos Heber Carvalho da Fonseca e Cleiton Serafim Gonçalves. A cerimônia ocorre na sede da corporação, na zona sul do Rio de Janeiro.

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“Em sua missão precípua de servir e proteger, fomos atingidos por uma perda irreparável: a de dois heróis que honraram, até o último instante, o compromisso com a sociedade e com a farda que vestiam”, publicou o Bope em seu perfil nas redes. “Homens que lutaram por um ideal que poucos compreendem — o de entregar a própria vida em defesa do bem comum.”

Ambos morreram durante a megaoperação contra o Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão. Heber será sepultado às 11h, no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na zona oeste da cidade. O enterro de Cleiton está marcado para 16h30, no Cemitério Municipal de Mendes, no interior do Estado.

Socorristas levaram os sargentos ao Hospital Getúlio Vargas, mas eles não resistiram aos ferimentos. Cleiton, de 42 anos, atuava na PM desde 2008. Deixou mulher e uma filha. Heber, de 39 anos, entrou na corporação em 2011. Era casado e pai de dois filhos e um enteado.

“Aos familiares, amigos e companheiros de farda, nossas mais sinceras condolências”, destacou o Bope em outra publicação. “Que a memória desses heróis permaneça viva e inspire cada policial a seguir firme no propósito de manter a paz e a justiça.”

Megaoperação no Rio já deixa 121 mortos, incluindo quatro agentes

A operação no Rio de Janeiro já é a mais letal da história do Estado. Segundo a Polícia Civil, 121 pessoas morreram. O número inclui quatro agentes de segurança.

Nesta quarta-feira, 29, familiares e colegas sepultaram os dois policiais civis mortos na mesma ação. O comissário Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, conhecido como Máskara, tinha 51 anos. Foi velado no Cemitério da Cacuia, na Ilha do Governador, e enterrado às 13h30.

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A família e amigos velaram o inspetor Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, no Cemitério Memorial do Rio, em Cordovil. O sepultamento ocorreu às 16h.

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