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Brasileiro compra iPhones no Paraguai e recebe caixas com pedras e papelão

O comprador, que preferiu não se identificar, disse que pagou R$ 6,2 mil por aparelho

brasileiro Caixas de iPhone usadas no golpe | Foto: Divulgação/Arquivo pessoal
Caixas de iPhone usadas no golpe | Foto: Divulgação/Arquivo pessoal

Depois de adquirir sete unidades do iPhone 16 Pro Max em Cidade do Leste, no Paraguai, um comerciante brasileiro relatou ter sido alvo de fraude ao receber, depois de cruzar a fronteira, duas caixas com apenas pedras e papelão. O incidente aconteceu na quinta-feira 11, na região que faz divisa com Foz do Iguaçu, no Paraná.

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O comprador, que preferiu não se identificar, disse que pagou R$ 6,2 mil por cada aparelho e desembolsou mais R$ 25 por unidade para um barqueiro realizar o transporte até o Brasil. Segundo ele, por conta da pressa, não conferiu os pacotes antes da saída. “Entreguei os sete aparelhos para o barqueiro”, afirmou o comerciante ao g1. “Como eles passam em um saco preto, e eu tinha horário para ir embora, não olhei. No outro dia, quando abri as caixas, vi que duas estavam cheias de pedras e papelão.”

Investigação policial e responsabilização do suspeito

Depois de perceber o golpe, a vítima procurou a polícia e voltou ao local onde o barqueiro atuava. O suspeito, de 44 anos, foi localizado e encaminhado à delegacia do Departamento de Segurança Turística, no Paraguai. Conforme a Polícia Nacional do Paraguai, ele responderá pelos crimes de apropriação indébita e fraude.

O comerciante também forneceu à polícia os números de Imei dos celulares, com a expectativa de que as autoridades consigam rastrear os aparelhos. Apesar do crime, o comprador também incorreu em descaminho, previsto pelo artigo 334 do Código Penal Brasileiro.

Implicações legais e descaminho por parte do comerciante brasileiro

O descaminho ocorre quando produtos legalmente permitidos, mas com valor acima de US$ 500, entram no país sem o pagamento dos impostos. A pena varia de um a quatro anos de prisão, além de multa. Enquanto o contrabando envolve mercadorias proibidas, o descaminho trata de itens lícitos, como celulares, que deveriam ser tributados.

Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Investir no Paraguai, e acreditar na honestidade é algo inexplicável.

  2. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    O cara comete um crime, é lesado e vai se queixar na polícia. Além de criminoso, é burro.

  3. IVAN SEVERO DA SILVA
    IVAN SEVERO DA SILVA

    Você é um criminoso, você e no cara são iguais , barqueiro também. Kkkkk

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