Caças Gripen chegam ao Brasil como marco ‘antivenezuelização’

Comprados pelo governo de Dilma Rousseff, aeronaves quase foram trocadas por aviões russos que mataram militares do país de Chávez.
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Caça Gripen comprado pelo Brasil em 2013 | Foto: JORGE CARDOSO/MINISTÉRIO DA DEFESA
Caça Gripen comprado pelo Brasil em 2013 | Foto: JORGE CARDOSO/MINISTÉRIO DA DEFESA | caças gripen, dilma rousseff, ministério da defesa

Compradas pelo governo de Dilma Rousseff, aeronaves quase foram trocadas por aviões russos que mataram militares no país de Chávez

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Caça Gripen adquirido pelo Brasil em 2013 | Foto: Jorge Cardoso/Ministério da Defesa
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Em 2013, a aquisição de 36 caças suecos Gripen foi marcada por muita discussão dentro do governo da então presidente Dilma Rousseff.

Isso porque, até que a decisão realmente fosse tomada, pelo menos três modelos de avião concorriam para fazer parte da defesa aérea brasileira: o americano F18, o russo Sukhoi e o sueco Gripen.

Por questões técnicas, o competidor da Rússia foi eliminado.

Até muito pouco tempo antes da compra, o candidato dos Estados Unidos parecia que sairia vencedor. Contudo, as revelações de Edward Snowden de que o governo norte-americano bisbilhotava a petista e sua turma fizeram com que o negócio não saísse. E, pior, trouxe de volta o Sukhoi como provável campeão.

A aeronave era usada na Venezuela, assim como helicópteros Mi-35, que também foram comprados pelo Brasil e viviam mais em terra que no ar, por falta de peças de reposição para manutenção.

Na terra de Hugo Chávez, a questão era ainda mais preocupante: os Sukhoi já tinham histórico de quedas e de morte de militares. Um desastre.

Assim, a quase milagrosa opção de Dilma pelos Gripen, pelo módico valor de US$ 4,5 bilhões, foi comemorada pela Aeronáutica como um marco, um passo a mais para longe da Venezuela.

 

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