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Campanha “O Brasil não pode parar” é alvo de ações no TCU e STF

Campanha flexibiliza o isolamento social e propõe retorno do brasileiro ao trabalho
Foto: Marcos Corrêa/PR
Foto: Marcos Corrêa/PR

Campanha flexibiliza o isolamento social e propõe retorno do brasileiro ao trabalho

Foto: Marcos Corrêa/PR

O deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) enviou uma representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo a suspensão da campanha publicitária “O Brasil não pode parar” de Jair Bolsonaro. A campanha que o governo federal estuda divulgar nas próximas semana incentiva as pessoas a voltarem para a sua vida normal.

Na representação apresentada ao TCU, Padilha pede que seja suspenso imediatamente o vídeo de R$ 4,9 milhões da campanha, assim como a postagem veiculada no Instagram oficial do governo brasileiro e todas as demais que levem a hashtag #obrasilnaopodeparar.

Em publicação na edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de quinta-feira, 26, o governo federal afirma ter contratado por cerca de R$ 4,9 milhões uma agência de publicidade sem licitação. A justificativa é “disseminar informações de interesse público à sociedade, por meio de desenvolvimento de ações de comunicação”. A empresa contratada é a iComunicação Integrada.

Um grupo no Congresso formado pelo senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e os deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES) também vai entrar com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a suspensão imediata da campanha “O Brasil não pode parar”, de acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo.

A iniciativa do Planalto é defender a flexibilização do isolamento social. O argumento dos parlamentares, por sua vez, é que a peça publicitária contraria especialistas do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde e é um crime por prejudicar a saúde dos brasileiros.

 

 

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