Capitólio (MG): Bombeiros encontram mais dois corpos

Ao todo, dez pessoas morreram depois que as lanchas com turistas foram atingidas por parte de um cânion que desabou
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Bombeiros durante as buscas na tarde de sábado 8
Bombeiros durante as buscas na tarde de sábado 8 | Foto: Divulgação/Bombeiros

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais divulgou, na tarde deste domingo, 9, que os dez corpos das vítimas da tragédia em Capitólio, no Lago de Furnas, foram encontrados. Todos eram ocupantes da lancha “Jesus”, a mais atingida pelo desprendimento da rocha.

Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal de Passos. Um grupo de apoio foi feito com os familiares, para dar celeridade à identificação das vítimas. Até agora, apenas uma delas foi formalmente identificada pela Polícia Civil.

Apesar da localização dos demais corpos, o médico legista da Polícia Civil Marcos Amaral explicou que não há previsão de liberação dos corpos, “dado a altíssima energia do trauma que acometeu a lancha, os corpos estão bastante prejudicados”, o que demanda trabalho maior de identificação, explicou.

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Pelo menos outras 31 pessoas precisaram de atendimento médico. Vinte e três foram atendidas na Santa Casa de Capitólio. Outras quatro vítimas foram atendidas na Santa Casa de São José da Barra.

O acidente

O deslizamento de pedras no Lago de Furnas, na cidade turística de Capitólio, no centro-oeste de Minas Gerais, atingiu três embarcações com turistas no sábado, 8.

A Defesa Civil (DC) de Minas Gerais alertou para a possibilidade de problemas na região da lagoa Capitólio duas horas antes do desastre. Com as chuvas intensas, a DC avisou sobre a possibilidade de ocorrer uma “cabeça d’água”.

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3 comentários Ver comentários

  1. A tal cabeça d’água realmente aconteceu mas é só até aí que pode a defesa civil chegar. Faltou prudência ou uma instrução aos pilotos das lanchas pera não se aproximarem demasiadamente dos paredões, que poderia ser de uma distância segura de pelo menos duas vezes a altura do cânion, distância esta que dá para os turistas apreciarem tranquilamente essa arquitetura da natureza.

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