Caso Prevent: MP encontra dificuldade para responsabilizar operadora em investigação

Empresa de saúde entrou na mira da CPI da Covid depois de ser acusada de “prescrever remédios sem eficácia comprovada”
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Foto: Divulgação/Prevent Senior
Foto: Divulgação/Prevent Senior

O Ministério Público de São Paulo (MPSP), responsável por investigar a operadora de saúde Prevent Senior, encontra dificuldades para responsabilizar a empresa na esfera criminal. Desse modo, as investigações foram direcionadas para a conduta individual de cada médico.

De acordo com o MPSP, as provas colhidas até agora poderão embasar, no máximo, denúncias contra médicos que eventualmente cometeram erros ou que foram negligentes no atendimento dos pacientes.

No momento, a investigação está em fase de análise do registro histórico de aproximadamente 40 pacientes atendidos pelos hospitais da rede e as perícias deverão terminar em março.

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Em outubro, o MPSP elaborou um Compromisso de Ajustamento de Conduta que foi assinado pela Prevent Senior. Entre as exigências listadas no documento, a empresa se comprometeu a não receitar os remédios usados no tratamento precoce da covid-19.

Com informações do portal Metrópoles

Prevent investigada na CPI

A Prevent Senior entrou na mira da Comissão Parlamentar de Inquérito da Covid-19 depois de ser acusada de “prescrever remédios sem eficácia comprovada”, além de supostamente ocultar mortes de pacientes com coronavírus. O dossiê contra a empresa apresentado à CPI foi assinado por 12 profissionais, e a identidade de boa parte deles permanece em sigilo. “Até agora, ninguém abriu quem são os 12 denunciantes. Nem sabemos se todos eles existem mesmo, só conhecemos três”, diz Fernando Parrillo, presidente e um dos fundadores da Prevent Senior.

A empresa também é investigada em uma CPI aberta na Câmara dos Vereadores de São Paulo. A Prevent rechaça quaisquer acusações.

Leia também: “O linchamento da Prevent Senior”, reportagem publicada na Edição 85 da Revista Oeste

 

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7 comentários Ver comentários

  1. Atenção MP comecem a investigação por aquele discípulo de Hippocrates que usou Hidroxycloroquina como tratamento precoce, afinal ele coordenava a Saúde nas terras de Piratininga.Talvez vocês encontrem uma pista. Elementar meu caro Watson!

  2. Era óbvio que os canalhas não conseguiriam incriminar a Prevent. Só se fosse por salvar vidas! Tomara que todos sejam condenados a pagar altas indenizações a titulo de perdas e danos, além da responsabilização criminal.

    1. Cada dia fico mais convicto que Lula é sim um encantador de burros. Para registro, administrar tratamento precoce que custa cerca de R$ 30,00, e comprovadamente funciona não pode, mas, administrar o novo remédio da Pfizer no valor de U$ 512.00, pode, hipocrita

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