‘Com a pandemia, regredimos 20 anos na educação brasileira’, afirma especialista

Secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente diz que 3 milhões de crianças não têm acesso a ensino remoto
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Foto: Renato Araújo/Agência Brasília
Foto: Renato Araújo/Agência Brasília | agosto Fundeb

De acordo com o secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maurício Cunha, a educação brasileira regrediu duas décadas com a pandemia. Ele defende a volta do ensino presencial e argumenta que mais de 3 milhões de crianças não têm acesso ao ensino remoto no Brasil. Fora da escola, muitos alunos passam ainda por problemas nutricionais e psicológicos — os professores são os maiores denunciantes de casos de violência doméstica.

“Com a pandemia, regredimos 20 anos na educação brasileira”, disse Cunha em entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, que vai ao ar neste domingo, 25. “Nesse momento, o apelo é que as crianças tenham acesso à educação presencial de uma forma planejada, escalonada, respeitando os protocolos de saúde, respeitando as escolhas das famílias, mas que não se prive as crianças desse direito.”

Leia também: “Rossieli Soares: ‘Se pudesse voltar no tempo, jamais teria fechado as escolas’”, entrevista com o secretário de Educação do Estado de São Paulo publicada na Edição 69 da Revista Oeste

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