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Comoção marca sepultamento de sargento morto em megaoperação

Secretário-geral da Polícia Militar do Rio homenageia policial em cerimônia com filhos da vítima

Momento em que o coronel Marcelo de Menezes Nogueira entrega a bandeira do Estado aos filhos do soldado morte em megaoperação no Rio | Foto: Reprodução/Instagram/@plenonews
Momento em que o coronel Marcelo de Menezes Nogueira entrega a bandeira do Estado aos filhos do soldado morte em megaoperação no Rio | Foto: Reprodução/Instagram/@plenonews

Na manhã desta quinta-feira, 30, o clima de dor e reverência dominou a cerimônia de sepultamento do sargento Heber Carvalho da Fonseca, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Fonseca foi um dos quatro soldados que morreram na megaoperação no início desta semana em combate ao crime organizado.

Durante o cortejo, o secretário-geral da corporação, coronel Marcelo de Menezes Nogueira, dirigiu-se aos filhos do militar com palavras principalmente de conforto e compromisso: “Que o pai de vocês dê um exemplo para a gente, que vocês possam ser heróis, e que ele jamais caia no esquecimento. Esse é o compromisso que eu tenho com vocês. Nós vamos honrar ele sempre”.

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Sargento: “Farda sempre estará na lembrança

Na cerimônia, Nogueira afirmou do mesmo modo que a conduta do soldado servirá de exemplo não apenas para a corporação, mas para “o Brasil todo”. O militar acrescentou que a farda de Fonseca sempre estará na lembrança da instituição. “Vocês têm um pai que é um exemplo, não só para a gente, mas pro Brasil todo”. O site Pleno News compartilhou vídeo em sua rede no Instagram

O sargento Heber, de 39 anos, foi um dos dois policiais militares do Bope mortos na chamada Operação Contenção, que ocorreu na última terça-feira, 28, nos complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro. A operação mobilizou cerca de 2,5 mil agentes das Polícias Civil e Militar. Dessa forma, tornou-se uma das mais rigorosas na história do Estado.

Ela teve como alvo o Comando Vermelho (CV) e resultou na morte de mais de 130 pessoas. Segundo informes da corporação, Heber ingressou na PM em 2011 e tinha especialização em tiro de precisão.

Leia também: “Na contramão da segurança”, reportagem de Fábio Bouéri publicada na Edição 287 da Revista Oeste

Nos comentários sobre o vídeo, parte do público destaca sobretudo o olhar de um dos filhos do policial que morreu. “Garoto de olhar firme! Vai honrar o nome do pai”, escreveu um rapaz. “Cena que não passaria na Globo”, acrescentou outro. “Essas são as verdadeiras vítimas”, afirmou uma mulher. “Corta meu coração. O pai de vocês é um herói”, disse uma advogada. 

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4 comentários
  1. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    Carta de um Brigadeiro
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

    1. Lucia campos
      Lucia campos

      Parabéns pelo seu depoimento . Muito triste mesmo , vergonhoso o que o Brasil está passando . Força , fé e coragem . 💔

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