CoronaVac é segura para crianças a partir de 3 anos, segundo Butantan

Estudos que comprovariam a tese foram coordenados pela Sinovac, farmacêutica responsável pela produção do imunizante
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A CoronaVac é produzida pelo laboratório chinês SinoVac
A CoronaVac é produzida pelo laboratório chinês SinoVac | Foto: Reprodução/Flickr

O Instituto Butantan divulgou nesta terça-feira, 9, informações sobre a segurança da CoronaVac para prevenir a covid-19 em crianças e adolescentes. De acordo com a instituição, resultados preliminares de ensaios clínicos de fase 3 que estão em curso na África do Sul, Chile, Malásia e Filipinas comprovaram que o imunizante é seguro para pessoas com idade entre 3 e 17 anos.

Os testes, realizados desde outubro, envolveram 2.140 pessoas com idade de 6 meses a 17 anos. As pesquisas devem prosseguir para avaliar a segurança da vacina em bebês de 6 meses a 3 anos. Os estudos foram coordenados pela Sinovac, farmacêutica chinesa responsável pela produção da CoronaVac.

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O ensaio é multicêntrico (feito por diferentes centros de pesquisa ao mesmo tempo), randomizado (com integrantes escolhidos de forma aleatória), controlado por placebo (parte dos voluntários recebe vacina, enquanto outra parte, uma substância sem efeito) e duplo-cego (nem voluntários nem aplicadores sabem quem recebeu vacina e quem recebeu placebo).

Segundo o jornal South China Morning Post, 18,6% dos voluntários tiveram reações adversas com a segunda dose da vacina. Os efeitos adversos locais e sistêmicos envolveram dor no local da injeção e dor de cabeça. O porcentual foi menor que o verificado em testes da aplicação da primeira dose, que teve 26,6% de voluntários com reações adversas.

Com informações do portal G1

Leia mais: “Precisamos falar sobre a CoronaVac”, reportagem de Paula Leal publicada na Edição 67 da Revista Oeste

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6 comentários Ver comentários

  1. Noticia do site da ANVISA na integra:

    05/11/2021 –
    A Anvisa realizou, nesta sexta-feira (5/11), uma reunião com o Instituto Butantan sobre a vacina CoronaVac. Durante a reunião, o Butantan apresentou dados sobre os estudos que estão sendo conduzidos na China para o uso da vacina em menores de 17 anos.

    Até o momento, o Butantan não apresentou novo pedido para inclusão de menores de 17 anos nas indicações de sua vacina. Em agosto, a Agência analisou um primeiro pedido que foi negado diante da limitação dos dados.

    De acordo com a equipe técnica da Anvisa, é fundamental que os estudos realizados na China indiquem claramente uma relação favorável para o uso da vacina, especialmente nas crianças situadas na faixa de 3 a 12 anos de idade.

    A equipe também reforçou a necessidade de apresentação dos resultados completos de imunogenicidade [capacidade que o medicamento tem de gerar antcorpos contra a doença] e duração da proteção da vacina CoronaVac para que possam ser avaliadas novas indicações de faixa etária.

  2. Cada dose vale um bom dinheiro ne? Butantan faz de tudo pra ganhar mais… enquanto os pais dessas pobres criancas se submetem a uma vacina q oferece mais risco q a propria doença. Só nao ve quem nao quer…

  3. Os pais de crianças n devem acreditar nessa falácia. Os números científicos mundiais comprovam a baixa incidência do contágio da Covid em criancas e qdo há contágio o numero de casos graves e de mortes é extremamente baixo. N vacinem suas crianças, pensem e pesquisem sobre isso antes de acreditar nessa excrescência cujo único objetivo e VENDER VACINAS E GANHAR DINHEIRO.

    1. Crianças voluntárias!! Não se justifica testar em crianças vacinas que se mostraram ineficazes com os adultos, veja Serrana-SP – onde encontrar os 95% de eficácia, comparação com qual mês? A única vantagem é ser uma vacina convencional, com efeitos adversos no longo prazo mais previsíveis e com isto proteger as crianças das vacinas com as novas tecnologias (Vetor Viral e m-RNA), até o início desta pandemia não haviam sido autorizadas a testar em humanos. Não tenham dúvidas – a vacinação em crianças será autorizada pela ANVISA, e os prefeitos e governadores exigirão a vacinação para frequentar academias e assistir aulas presenciais. Nenhuma vacina mostrou qualquer eficácia, até o momento.

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