Covid-19: dono da CNN Brasil defende o tratamento precoce

O empresário Rubens Menin se posicionou no Twitter sobre a terapêutica
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Rubens Menin é presidente da MRV
Rubens Menin é presidente da MRV | Foto: Divulgação/Acervo

Rubens Menin, presidente da construtora MRV e dono da CNN Brasil, defendeu o tratamento precoce contra a covid-19. “Mesmo para leigos como eu, parece bastante óbvio, quanto mais cedo começarmos um tratamento médico de qualquer doença, inclusive covid, melhores serão os resultados”, escreveu, no Twitter, na sexta-feira 18. “Não entendo a lógica que alguns defendem, em retardar qualquer tratamento. Imagino que as chances serão menores”, acrescentou o empresário.

Ao responder uma publicação do filho, Rafael Menin, Rubens também disse que existem muitos medicamentos que minimizam os danos provocados pelo coronavírus. “Apesar de não existir cura, alguns tratamentos trazem resultados. Hospitais de renome têm protocolos que reduzem a mortalidade em relação à média nacional. Precisamos despolitizar a saúde”, escreveu. Com a saída do jornalista Douglas Tavolaro, a família Menin se tornou acionista majoritária da emissora.

Médicos defendem a terapêutica

Em fevereiro de deste ano, um manifesto em favor do tratamento precoce foi lançando com a assinatura de 2 mil médicos brasileiros.

“Destacamos que a abordagem precoce não se trata apenas do uso de uma destas drogas (cloroquina e hidroxicloroquina), mas de sua combinação com outras medicações, além de monitoramento extensivo do paciente e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia”, informa trecho do documento, divulgado na sexta-feira 12. “Os relatos de cidades e Estados que adotaram as medidas para intervenção precoce têm mostrado bons resultados, com a diminuição da carga sobre os sistemas de saúde”,

Os profissionais de Saúde ainda destacaram que o Conselho Federal de Medicina e a Declaração de Helsinque deixam clara a necessidade de ação do médico em situações graves, mediante consentimento do paciente: “Quando métodos profiláticos, terapêuticos comprovados não existirem ou forem ineficazes, o médico, com o consentimento informado ao paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vidas.”

Leia também: “A solução que venceu a ideologia”, reportagem publicada na Edição 2 da Revista Oeste

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