Covid-19: receita médica não será exigida para vacinar crianças

Prescrição passou a ser apenas uma recomendação da pasta
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Foto: Alejandra De Lucca/Minsal
Foto: Alejandra De Lucca/Minsal

Nesta quarta-feira, 5, o Ministério da Saúde (MS) informou que não vai mais exigir a receita médica para iniciar a imunização infantil contra a covid-19. A prescrição passou a ser apenas uma recomendação da pasta.

Seguindo as orientações do MS, a vacinação de crianças entre 5 e 11 anos não será obrigatória e a aplicação começará a ser realizada pelos mais velhos dessa faixa etária. Além disso, as crianças com comorbidades, indígenas e quilombolas terão lugar prioritário na fila da imunização.

Em entrevista concedida ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan na terça-feira 4, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que o imunizante da Pfizer é considerado seguro para o público infantil.

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Intervalo entre doses

O intervalo entre a primeira e segunda aplicação será de oito semanas, e as vacinas contra a covid-19 devem chegar na segunda quinzena de janeiro. Foram encomendados 20 milhões de imunizantes pediátricos da Pfizer, e. até o final deste mês, o país disporá de 3,7 milhões de doses.

Apesar de no Brasil existir a mesma quantidade de crianças entre 5 e 11 anos quanto de vacinas encomendadas, Queiroga afirmou que é necessário observar a adesão à medida antes de encomendar mais doses. “Não sabemos ainda qual será a taxa de adesão dos pais a essa vacinação, e os pedidos dependem dessa velocidade da vacinação e da capacidade de entrega das vacinas pela indústria.”

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