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Curiosidades sobre o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Mudança de endereço e presença ilustre na inauguração estão entre os segredos do espaço cultural

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand
Foto: Divulgação/ Flickr

O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) é um dos espaços culturais mais visitados do país. Um ano antes de começar a pandemia da covid-19, o local recebeu mais de 700 mil visitantes. Em 2020, depois que o local reabriu, as pessoas voltaram aos poucos a acompanhar as exposições. Além de exibir diversas obras interessantes, o Masp também guarda muitas curiosidades.

Mudança de endereço

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Antes de fincar as raízes na Avenida Paulista, o Museu de Arte de São Paulo foi idealizado na rua 7 de abril — região central da cidade — pelo empresário Assis Chateaubriand e o crítico de arte Pietro Maria Bardi. Mais de 20 anos depois, o espaço cultural mudou-se para o endereço atual.

Inauguração com uma presença ilustre

A inauguração do Masp na Avenida Paulista foi acompanhada pela Rainha da Inglaterra, Elizabeth II. A soberana, que visitava o país pela primeira vez, veio especialmente para acompanhar o evento. A presença ilustre causou alvoroço e atraso no início das comemorações.

Vão do Masp

Diferentemente do que se imagina, o vão livre do Museu de Arte de São Paulo não foi uma inspiração de Lina Bo Bardi, responsável pelo projeto arquitetônico, mas uma imposição da prefeitura. Na época, o prefeito de São Paulo só doou o terreno para construção do espaço com a condição de que o edifício não que cobrisse a paisagem para a Avenida Nove de Julho.

Espaço secreto

Existe uma sala dentro do museu, silenciosa e fria, acessada por um número restrito de pessoas. O espaço, com mais de 8 mil obras do acervo permanente da instituição, é vigiada por câmeras e seguranças 24 horas por dia.

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1 comentário
  1. Jota Dabliu
    Jota Dabliu

    A leitura do livro Chatô é primordial para entender essa história, em que pese o autor ser fanático por Fidel Castro
    Consta que Chatô chegava prum empresário ricaço e disparava: o quadro X está à venda, vc vai comprá-lo e doar pro museu, senāo vou botar teus podres no meu jornal.
    A taxa de sucesso era 100%.

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