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Endividada, editora que publica a Istoé leiloa prédio

Empresa está em recuperação judicial e tem de pagar R$ 264 milhões a credores

istoé
Foto: Divulgação

Responsável por publicar as revistas IstoéDinheiroRuralMenuPlanetaGente, a Editora Três vai fazer um leilão para vender seu prédio industrial localizado em Cajamar, na capital paulista. A empresa está em recuperação judicial.

Conforme o edital divulgado pela editora, o certame será realizado em 13 de dezembro deste ano, às 10h. O valor inicial é de R$ 40 milhões. Os interessados podem fazer lances por meio do site da companhia responsável pelo leilão.

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Prédio que a Editora Três está leiloando | Foto: Divulgação

O terreno a ser vendido tem área total de 130 mil metros quadrados e conta com galpão industrial, cabine primária, portaria, almoxarifado e caixa d’água elevada, informa o anúncio publicitário na internet.

A negociação do ativo é parte do processo de recuperação judicial da Editora Três, em agonia desde 2020. A empresa acumula dívidas que chegam a R$ 264 milhões. As revistas do grupo tiveram queda de circulação e de anunciantes.

O tombo da velha mídia

A Editora Três não é a única a vende ativos para sobreviver. Conforme noticiou a Revista Oeste, a Editora Abril firmou um negócio com a Marabrás e vendeu sua sede histórica, na Marginal do Tietê, por cerca de R$ 120 milhões.

Com dívida bilionária, a Abril foi vendida em 2019. A empresa vem registrando queda em número de assinantes, sobretudo de seu carro chefe, a revista Veja, hoje com tiragem de 260 mil exemplares (em 2014, era de 1,2 milhão).

A crise se estende a outros grupos de mídia da imprensa tradicional. A revista Época, da editora Globo, lançava 380 mil exemplares. Hoje, esse número se resumiu a menos de 90 mil.

Leia também: “Globo inquieta”, reportagem publicada na Edição 85 da Revista Oeste

16 comentários
  1. Sérgio Rodrigues
    Sérgio Rodrigues

    BELEZA, TOMARA QUE QUEBRE EM DEFINITIVO, ULTIMAMENTE NÃO PASSA DE UM FOLHETIM DE ESQUERDOPATAS.

  2. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    E se os nossos ministros mais iluminados determinarem que essa revista só fala a verdade, os leitores voltarão?

  3. Frederic Couto
    Frederic Couto

    Essa revista passou a ser conhecida por “Quanto é”. Triste fim dessa imprensa que se afastou da ética para perseguir o Presidente da República. A Globo deve ir pelo mesmo caminho de ruína.

  4. PCC
    PCC

    Deve ser praga divina. Toda mídia que faz oposição desonesta ao governo Bolsonaro vai à falência.

  5. chf
    chf

    Esta é a prova que estes malandros dependiam da corrupção do PSDB e PT para sobreviver, como acabou a mamata tem que fechar as portas porque são incapazes de administrar um negócio honesto.
    São os defensores eternos do ladrão de 9 dedos, sua gang e seus comparsas da esquerdalha.

  6. R F NETO
    R F NETO

    Faz sentido todos esses gibis apoiarem o pinguço criminoso. Um possivel retorno desta criatura ( VADE RETRO ) significaria uns trocados a mais no caixa

  7. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Isso mostra como a mídia lavradora sentiu, viviam de grana para falar bem e esconder falcatruas da quadrilha…salvem -se quem puder..

  8. Alberto
    Alberto

    Pois eu tenho uma sugestão para salvar essa empresa. Basta transformar todo o papel usado para imprimir a revista em papel higiênico (de baixa qualidade, claro) e vender pra população de baixa renda. Garanto que vendem tudo rapidinho.

  9. Robson Oliveira Aires
    Robson Oliveira Aires

    Espero que vá a falência o mais rápido possível.

  10. Antonio Francisco Gonzalez
    Antonio Francisco Gonzalez

    É a velha mídia se esfarelando, caindo pelas tabelas……E vão dizer que a culpa é do Bolsonaro. Quem não tem competência não se estabelece já dizia meu velho pai.

  11. Sebastião Cid de Souza
    Sebastião Cid de Souza

    Sou Jornaleiro aqui em Belém e essas dificuldades que a editora Isto É está passando e a Veja nada mais é de sua atitude discriminatória em cima do governo atual que não lhes paga patrocínio infundados. Antes eram revistas íntegras e que narraram os dois lados da notícia, ou seja, os acertos e erros. Lembro que a banca de revistas é o espaço mais democrático do debate político e essas revistas tornaram-se de atitude total de esquerda. Esse país é continental e não tem espaço pra só um tipo de política. Às revistas semanais existiam antes para informar os dois lados, agora só o lado que interessa à elas. É triste, pois vivo das vendas, mas essas revistas assim como à Época, também vão acabar

    1. Reinaldo Martinazzo
      Reinaldo Martinazzo

      Falou tudo, Sebastião.
      Além de precarizarem o produto fazendo politicagem, não souberam fazer a correta leitura do mercado contemporâneo. Dois erros fatais onde a soberba certamente esteve presente…

  12. Helder Figueiredo
    Helder Figueiredo

    Esses lixos da velha mídia que sempre manipularam nossa sociedade antes da internet mostram que nunca ouviram o povo, nunca souberam ler o que somos. Isto é, Veja e Exame deviam juntar-se, o nome seria exatamente o que elas são: Isto é Vexame!

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