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Brasil

Entidades judaicas lamentam morte de brasileiro e voltam a exigir combate ao terrorismo

Conib, Fisesp e CIP estão entre as que se manifestaram depois que o Exército encontrou o corpo de Michel Nisenbaum

Michel Nisenbaum, brasileiro morto pelo Hamas
Michel Nisenbaum estava desaparecido desde o dia 7 de outubro | Foto: Reprodução/redes sociais

Entidades judaicas no Brasil lamentaram a morte do brasileiro Michel Nisenbaum, de 59 anos, cujo corpo foi encontrado nesta sexta-feira, 24, pelo Exército de Israel durante operação militar em Jabalia.

Além de Nisenbaum, foram encontrados os corpos de Hanan Yablonka (israelense; 42 anos) e de Orion Hernandez (mexicano; 30 anos).

Eles foram mortos, de acordo com as Forças de Defesa de Israel (FDI), no dia 7 de outubro, quando o grupo terrorista Hamas invadiu o sul de Israel, assassinou cerca de 1,2 mil pessoas e sequestrou outras 235, entre as quais estavam incluídos os três.

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A Confederação Israelita do Brasil (Conib), a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), a Congregação israelita Paulista (CIP) e o Movimento #PinForPeace estão entre as que se manifestaram.

“É com profunda tristeza que a Conib e a comunidade judaica brasileira recebem a notícia de que o corpo do brasileiro Michel Nisenbaum foi encontrado pelas Forças de Defesa de Israel em Gaza.”

A entidade lembrou que Mary Shohat e Hen Mahluf, irmã e filha de Nisenbaum, vieram, em dezembro de 2023, para o Brasil e se encontraram com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Elas pediram a intervenção do governo brasileiro para a libertação dos sequestrados e por notícias de Nisenbaum.

Outros brasileiros também foram mortos pelo Hamas

Além de Nisenbaum, foram mortos outros brasileiros nos ataques: Ranani Glazer, de 24 anos; Celeste Fishbein, de 18 anos (filha e neta de brasileiros); Karla Stelzer Mendes, de 42 anos, e Bruna Valeanu, de 24 anos. Estavam na festa Universo Paralello, rave de jovens atacada por terroristas.

No final da nota, a Conib voltou a ressaltar a necessidade de o terrorismo ser combatido, inclusive pelo governo brasileiro.

“Que a trágica morte desses jovens brasileiros ao menos ajude as pessoas a compreenderem a necessidade de combater o terrorismo niilista de grupos como o Hamas.”

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3 comentários
  1. Roberto Lopes Bezerra
    Roberto Lopes Bezerra

    Alguém ainda tem dúvidas que a ONU faz parte do problema?

  2. FATIMA
    FATIMA

    Maldito seja o Hamas! Que Deus derrame bênçãos e proteção aos judeus.

  3. Cesar Augusto Cardoso Barroso
    Cesar Augusto Cardoso Barroso

    Lamentável a morte destas pessoas. Infelizmente estavam em território roubado a um outro povo e pagaram o custo do apartheid. O melhor que podem fazer os habitantes de Israel é voltarem para suas terras: Brasil, Ucrânia, Argentina, Polônia, Rússia… Aquela terra lá não é sua.

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