Escolas particulares cobram liberação das máscaras em sala de aula

Entidade encaminhou uma carta ao governo de São Paulo pedindo que os alunos e os professores tenham prioridade na flexibilização
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A carta do Sieeesp apresentou uma série de estudos e argumentos sobre a importância de as crianças poderem assistir às aulas sem máscara
A carta do Sieeesp apresentou uma série de estudos e argumentos sobre a importância de as crianças poderem assistir às aulas sem máscara | Foto: Divulgação

A utilização obrigatória das máscaras dentro das escolas está sendo questionada pelo Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo (Sieeesp).

Na terça-feira 15, a entidade divulgou uma carta direcionada ao governo de São Paulo em que pede que os alunos e professores tenham prioridade quanto à flexibilização do uso de máscaras. O Sieeesp tem aproximadamente 11 mil instituições de ensino filiadas em todo o Estado.

A carta foi elaborada depois de o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), ter anunciado que o uso de máscara passou a ser facultativo em ambientes abertos. A questão é que a utilização segue obrigatória em locais fechados, o que inclui as salas de aulas.

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“Nossa solicitação, como profissionais de educação, é que as crianças e os professores sejam os primeiros a ter desregulamentado completamente o uso de máscaras tão logo essa medida seja considerada pelas autoridades sanitárias”, informou um trecho do documento.

“Como já temos observado em outros países e Estados brasileiros, o uso deve ser opcional fora e dentro de sala de aula, atendendo ao contexto de cada aluno e cada profissional”, afirmou o sindicato.

A carta do Sieeesp apresentou uma série de estudos e argumentos sobre a importância de as crianças poderem assistir às aulas sem máscara. De acordo com o sindicato, o rosto coberto pela máscara dificulta o reconhecimento das emoções e pode trazer prejuízos ao desenvolvimento socioemocional do aluno.

“O uso prolongado de máscaras em escolas inviabiliza trocas importantes entre os alunos e destes com os seus professores e traz prejuízos no desenvolvimento socioemocional infantil”, ressaltou a entidade.

O Sieeesp argumentou ainda que o pico da variante Ômicron da covid-19 ocorreu em janeiro e que o atual momento da pandemia no Estado de São Paulo permite que seja feita mais essa flexibilização.

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