A especialista e pesquisadora Jacqueline Muniz, da Universidade Federal Fluminense (UFF), foi incluída no Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos depois de alegar o recebimento de ameaças de morte e ser alvo de perseguições nas redes sociais por criticar a megaoperação policial nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro.
Jacqueline Muniz construiu carreira acadêmica consolidada, com graduação em ciências sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF), mestrado em antropologia social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutorado em ciência política pelo Iuperj. Atualmente, ela integra o Departamento de Segurança Pública da UFF e pesquisa no Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos.
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As ameaças teriam começado depois que ela afirmou, em entrevista à GloboNews, que “um policial teria condições de render um bandido com uma pedra”, ao comentar a superioridade técnica e tática das forças policiais. O trecho, de cerca de 15 segundos, viralizou nas redes sociais.
Inclusão no programa de proteção
O vereador Leonel de Esquerda (PT) e o advogado Carlos Nicodemos pediram formalmente sua inclusão no programa de proteção do Ministério dos Direitos Humanos. Desde então, Jacqueline passou a contar com monitoramento e acompanhamento psicológico.
Em nota ao jornal O Estado de S. Paulo, a Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos confirmou que o caso está sendo acompanhado pelo Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH) e manifestou solidariedade à pesquisadora, descrita como “referência nacional no debate sobre segurança pública”.
Especialista em segurança pública critica o Estado

Em episódios anteriores, Jacqueline já havia defendido visões críticas sobre o papel do Estado em favelas. “Quem organiza o crime é o Estado”, disse em uma entrevista. A professora acrescentou que o poder público “governa com o crime, e não contra ele”.
Para a “especialista”, “não existe território no Rio de Janeiro em que a polícia não entre”.
“A polícia entrega, terceiriza e arrenda territórios populares onde se controla a população com mecanismos coativos”, afirmou. “O Estado negocia sua presença.”
Jacqueline também relacionou o crime organizado ao universo político e ao financiamento de campanhas, alegando que “as principais lavanderias do dinheiro do crime” envolvem carreiras políticas, caixa dois e setores religiosos.
A repercussão de suas falas reforçou como discussões sobre segurança pública, no Brasil, frequentemente se tornam temas de disputas políticas e conteúdo viral nas redes sociais.
Leia também: “Territórios sequestrados”, reportagem de Isabela Jordão e Uliam Grizafis publicada na Edição 294 da Revista Oeste
Essa maluca com formação em cursos se de segunda em universidade de terceira , vive de doação do pt
Pintou o cabelo de laranja, phudeu.
Ela precisa de psiquiatra com muita urgente! Hospital psiquiátrico urgente!
TEm gente perguntando como enviar pedras para ela se defender.
Quem
Nao sabe brincar , não desce para o play .
É impossível construir um país tendo seus jovens professores deste naipe . Pobre Brasil . Pobre povo brasileiro .