publicidade
Brasil

Exército brasileiro quer comprar drones 'camicases'

Equipamento é amplamente utilizado na guerra da Ucrânia

drone exército
Lançamento de um veículo aéreo não tripulado a bordo de um barco patrulha dos EUA | Foto: Divulgação/EUA

O Exército brasileiro está interessado em comprar drones “camicases” idênticos aos utilizados na guerra da Ucrânia.

A Comissão do Exército Brasileiro em Washington (CEBW) deu o primeiro passo para a aquisição do equipamento na semana passada. O órgão publicou requerimento para receber cotações de preços de fabricantes interessados no negócio.

Receba nossas atualizações

Veja mais: Conheça o drone armado com mísseis do Exército brasileiro

A consulta a fornecedores abrange tanto buscas pelo produto no mercado nacional quanto no exterior. Na mira do Exército, estão dois tipos de drones: com “munição vagante” ou munição remotamente pilotada.

“Após o recebimento das cotações, ocorrerá a finalização do Estudo Técnico Preliminar, que determinará a viabilidade ou não da aquisição”, informou o Exército ao jornal Estado de S. Paulo. “Caso a aquisição seja viável, será possível apontar como se dará a efetivação da compra, conforme a legislação em vigor.”

A Força Terrestre ainda não tem previsão sobre quanto deve gastar nessa primeira fase da aquisição dos drones camicases.

Leia também: Coreia do Norte testa drone submarino de ataque nuclear

Os drones

São dois os tipos de drones camicases pretendidos pelo Exército.

O primeiro de curto alcance, com capacidade para atingir alvos localizados a até 10 quilômetros de distância do operador da munição. A Força Terrestre quer 14 desses drones, com uma central de controle e lançamento.

O segundo prevê a compra de seis munições vagantes capazes de destruir objetos a pelo menos 40 quilômetros com cargas de alto explosivo para objetivos múltiplos e contra blindados e tanques.

Os drones camicases com suas ogivas explosivas são parte de um sistema de munições remotamente pilotadas.

Ao contrário de mísseis e foguetes, as munições “vagantes” têm capacidade de permanecer em voo durante um período à procura de alvos compensatórios.

Leia mais: PM investe em drones para monitorar São Paulo do alto

Leia mais sobre:

3 comentários
  1. Christian
    Christian

    Contanto que 3 deles sejam reservados para aquela praça no centro de Brasília, Que Niemeyer me perdoe, mas por mim, tudo bem.

  2. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Para que eles querem isso? Para descer o “braço forte” nos cidadãos brasileiros? Para matar melhor quem se opuser ao todo poderoso chefão deles, aquele mesmo a quem “batem” continência alegremente? Se as forças amadas (pela esquerda) quer isso, não é bom para o povo. Deveriam se limitar a comprar tintas e brochas para pintar os meio-fios por ai. O povo ficaria muito mais tranquilo.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.