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Fachin vota pela proibição de cerimônias religiosas presenciais

Ministro acompanhou os votos de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes; até agora, apenas Nunes Marques foi contrário à proibição
O ministro Edson Fachin também defendeu proibição de missas e cultos
O ministro Edson Fachin também defendeu proibição de missas e cultos | Foto: Reprodução/YouTube

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou os votos do relator, Gilmar Mendes, e de Alexandre de Moraes e votou pela proibição da realização de missas e cultos presenciais em todo o país, diante do agravamento da pandemia de covid-19.

Leia mais: “Moraes acompanha Gilmar e vota para proibir missas e cultos”

Fachin afirmou que a proibição se limita à presença de público nas igrejas e templos — e sugeriu a transmissão pela internet como alternativa à medida.

Não se trata de uma proibição absoluta nem permanente quanto a realização de atividades fisicamente presenciais. Não se trata também de estabelecer uma preferência entre as próprias atividades religiosas”, afirmou o ministro. “Não se trata ainda de restrição somente à reunião nas igrejas, mas, sim, restrição a todos os locais de aglomeração.” 

Com o voto de Fachin, agora o placar aponta 3 a 1 pela proibição de missas e cultos.

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