Globo faz ‘dança das cadeiras’ no alto escalão da emissora

Conglomerado de mídia informou que as mudanças fazem parte 'da jornada de profunda transformação digital'
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Segundo a empresa, as mudanças já estavam planejadas
Segundo a empresa, as mudanças já estavam planejadas | Foto: Reprodução/Globo

O empresário João Roberto Marinho será o novo presidente do Grupo Globo, formado pela Editora Globo (que publica os jornais Valor, Extra e revistas como Época), a Globo, o Sistema Globo de Rádio, a Globo Ventures e a Fundação Roberto Marinho. É o que informou a companhia, na quinta-feira 14. Diretor de canais da emissora, Paulo Marinho vai assumir a presidência da Globo.

“Com prejuízo milionário, Globo corre com demissões e promove ‘dança das cadeiras’ em seu time”

Segundo a empresa, as mudanças já estavam planejadas e fazem parte “da jornada de profunda transformação digital iniciada em setembro de 2018”. A transição será concretizada a partir de fevereiro de 2022. O atual diretor da Globo, Jorge Nóbrega, ganhará um cargo no conselho editoral da companhia, responsável por dar o tom no jornalismo do conglomerado de mídia.

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Jorge Nóbrega, de 67 anos, atua nas empresas do Grupo Globo desde 1996. Em 2017, assumiu a presidência do grupo, sendo o primeiro presidente a não fazer parte da família Marinho. Com a sua saída, João Roberto Marinho passará a estar à frente do Conselho de Administração e também do Grupo Globo. João Roberto Marinho seguirá também no comando do Conselho Editorial e do Comitê Institucional, que tem o papel de acompanhar e propor linhas de atuação para as relações institucionais do Grupo Globo.

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6 comentários Ver comentários

  1. A prostituta com certeza absoluta vai se acenar para O bolsonaro. Querem apostar?? Vai oferecer o servicinho de sempre….ser o órgão de impressa oficial do governo em troca da Verbas e perdões .

  2. A história se repete! – Pai trabalhador rico, filho esbanjador idiota, netos pobres! Não há volta, o último a sair que apague a luz…

  3. Com torneiras fechadas a competência corporativa teria que ser colocada como bastião dessa corporação, como qq outra em épocas tão difícil.
    O corporativismo da velha mídia tem até ajudado essa canalhada.
    Mas o problema maior hoje da lixo não é grana. CREDIBILIDADE NÃO SE COMPRA.
    Acabou.
    Ainda que passe para as mãos de chineses, de Menin ou o que seja, simplesmente CREDIBILIDADE se conquista só longo de anos, mas acaba num segundo.
    E a globolixo trabalha seriamente para destruir sua imagem e de seus repórteres indignados!!!Nas q precisam trabalhar e não percebem que já foram pro esgoto.

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