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Governo do DF aciona Interpol para caçar fugitivo da Papuda

O histórico criminoso de Argemiro Antônio da Silva inclui a organização de roubos a instituições financeiras enquanto estava preso

Argemiro foi condenado a 125 anos por crimes como roubo a banco e latrocínio; papuda
Argemiro foi condenado a 125 anos por crimes como roubo a banco e latrocínio | Foto: Divulgação/Governo do DF

A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape-DF) atua para incluir na lista vermelha da Interpol o ladrão de banco e assassino Argemiro Antônio da Silva, de 62 anos, que escapou do Complexo Penitenciário da Papuda em 3 de janeiro. Para viabilizar sua fuga, Argemiro serrou as grades do banheiro na ala destinada aos idosos.

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Argemiro foi condenado a 125 anos por crimes como roubo a banco e latrocínio. A secretaria instaurou um procedimento interno para investigar as circunstâncias da fuga. Agora, o órgão elabora medidas para reforçar a segurança no local de onde o bandido escapou.

Autoridades intensificam buscas de fugitivo da Papuda

As autoridades estão em busca ativa de Argemiro. “A Polícia Penal está realizando diligências para sua recaptura”, afirmou a Seape-DF, em nota oficial. “A corporação reforça a importância da colaboração da sociedade na localização e na prisão do condenado”.

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O apoio da população é crucial para o sucesso na recaptura de Argemiro. As autoridades acreditam que qualquer informação pode ser valiosa. Elas pedem que a sociedade se mantenha vigilante e informe às autoridades sobre qualquer avistamento ou pista que leve ao assaltante.

Histórico de crimes e organização de assaltos

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Argemiro comandava assaltos de dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, no DF | Foto: TV Globo/ Reprodução

O histórico criminoso de Argemiro inclui a organização de roubos a instituições financeiras enquanto estava preso, por meio do WhatsApp. Ele e sua quadrilha, que conta com a participação de seus três irmãos, já roubaram cerca de R$ 1,3 milhão de um banco em Goiás e sequestraram familiares de gerentes de banco em Brazlândia para facilitar assaltos.

As ações coordenadas de Argemiro e sua quadrilha evidenciam um planejamento meticuloso e uma rede de contatos que possibilitou a execução dos crimes.

Leia também: “Fotógrafo que desapareceu em Paris está na lista amarela da Interpol”

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1 comentário
  1. Christian
    Christian

    Pergunta para o Levandovski. Ele deve saber onde ele está.

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