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Brasil

Governo dos EUA libera venda de mísseis ao Brasil

O Ministério da Defesa pretende adquirir 33 lançadores e 222 mísseis do sistema Javelin

EUA
Soldados norte-americanos montam um míssil Javelin | Divulgação Exército EUA

O Departamento de Estado dos EUA aprovou a venda de lançadores de mísseis antiblindado Javelin ao Brasil. A decisão foi comunicada pelo Pentágono ao Congresso norte-americano, na terça-feira 9. O custo estimado da negociação é de US$ 74 milhões (R$ 380 milhões).

Agora, o Congresso norte-americano tem 30 dias para analisar o pedido, mas não há necessidade de aprovação. Em seguida, o Executivo brasileiro deve confirmar se procede com a compra.

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O pedido de compra dos mísseis ocorreu em 2020, ainda sob o governo do então presidente, Donald Trump. Em 2019, Trump designou o Brasil como um aliado de primeiro nível dos EUA fora da Organização do Tratado do Atlântico Norte, permitindo maior acesso a armas fabricadas por empresas norte-americanas.

O míssil tornou-se uma das armas mais conhecidas do mundo, devido ao seu sucesso contra tanques russos na guerra da Ucrânia

O Pentágono comunicou que o Brasil solicitou autorização para comprar 33 lançadores e 222 mísseis do sistema Javelin. Fabricado pelos gigantes de defesa Lockheed Martin Corp e Raytheon Technologies Corp, o Javelin tornou-se uma das armas mais conhecidas do mundo, devido ao seu sucesso contra tanques russos no conflito com a Ucrânia.

O pacote aprovado inclui treinamento, simulações de uso do sistema e assistência técnica. “A proposta de venda melhorará a capacidade do Exército brasileiro de enfrentar futuras ameaças, ao elevar sua capacidade de antiblindados. O Brasil não terá nenhuma dificuldade em absorver essas armas em suas Forças Armadas. A proposta de venda desses equipamentos e suporte não alterará o equilíbrio militar básico da região”, informou o Pentágono.

Segundo a nota, a venda também contribui para apoiar a política externa dos Estados Unidos e seus objetivos de segurança, considerando o Brasil como “uma importante força para a estabilidade política e o progresso econômico na América do Sul”.

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11 comentários
  1. L. C. Baldu
    L. C. Baldu

    O Brasil está certíssimo, estamos cercados, cada vez mais, por comunistas em nossas fronteiras, não esqueçamos, a Rússia está montando uma base na Argentina e a China ”adquiriu” da Venezuela, 1.000.000 de hectares de terra….pra quê????? se esse fdp ladrão entrar na presidência, andará de braços dados com essa turma.

  2. Daniel BG
    Daniel BG

    Cercados como estamos pelos hermanos comunistas não devemos perder a virgília, pois certamente existem interesses em neutralizarem nossa soberania nacional. China, Rússia, Iran, além do bloco latino americano que se inicia em Cuba e vem descendo têm uma ambição de ocupação dissimulada que não devemos desconsiderar.

  3. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Quem tem janela de vidro não joga pedra no vizinho.

  4. Marcelo DANTON Silva
    Marcelo DANTON Silva

    O Brasil tem o AC MSS 1.2 de alcance 2km fura blindagem média lateralmente …totalmente nacional.No conceito de transportabilidade É mais dificil transportar que o JAVALIN…
    O JAVALIN, pelo que sei é atire e esqueça…..e vai acertar o alvo com certeza. POR CIMA onde a blindagem é bem mais fraca.
    Tem alcance de até 4 km

  5. José Antonio Debon
    José Antonio Debon

    O Brasil já fabrica uma arma semelhante a esse equipamento, com base em um equipamento sueco que custa muito menos que esse modelo americano.

  6. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Aqui já se fabrica esse equipamento parecido, porém ainda não testado em campo. Mas com essa aquisição, poder-se-á fazer algum tipo de engenharia reversa no míssil propriamente dito para fabricá-lo em território nacional e usá-los em eventuais blindados de origem russa de um certo país vizinho ao norte, que está a colocar as manguinhas de fora.

    1. Walter Cesar Gomes
      Walter Cesar Gomes

      A engenharia reversa do equipamento, é uma ideia excelente.
      Foi assim com o jato AMX – Olha no que deu!

  7. Gabriel Baldanza Mantovanelli
    Gabriel Baldanza Mantovanelli

    1a linha do texto. corrigir ‘provar’ para ‘aprovar’.

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