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Governo pretende privatizar transposição do Rio São Francisco

Medida visa reduzir custo do sistema e garantir a prestação do serviço
Trecho do canal do Rio São Francisco no estado do Ceará | Foto: Isac Nobrega/Agência Brasil
Trecho do canal do Rio São Francisco no estado do Ceará | Foto: Isac Nobrega/Agência Brasil

Medida visa a reduzir custo do sistema e garantir a prestação do serviço

Trecho do canal do Rio São Francisco no Ceará | Foto: Isac Nobrega/Agência Brasil

Até julho de 2021, o governo federal pretende privatizar a operação de funcionamento da transposição do Rio São Francisco. O modelo de negócio ainda não foi definido, entretanto já se sabe que cada Estado pagará à empresa vencedora do leilão o volume de água que entrar em seu trecho do sistema — atualmente, quem paga essa conta é a União.

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O diretor do Programa de Parcerias de Investimentos, criado pela Presidência da República, André Arantes, revela que a medida visa a conseguir ganhos de eficiência. “A gente tem buscado primordialmente a redução de custo. A ideia é perseguir a modicidade tarifária com a garantia da prestação do serviço pelo setor privado”, disse.

O custo para a manutenção do sistema é estimado em cerca de R$ 280 milhões por ano. O investimento na obra passa de R$ 10 bilhões, e mais R$ 2 bilhões estão previstos para a conclusão dos 3% que ainda faltam ser construídos. Depois que estiver completo, o projeto de integração terá 477 quilômetros de canais, beneficiando diretamente cerca de 12 milhões de habitantes distribuídos em 390 municípios de quatros Estados da Região Nordeste do Brasil — Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.

 

 

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