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Brasil

Igreja da Bahia informa que não batiza bonecas

Publicação foi feita nas redes sociais de paróquia em Salvador

bebês reborn
Boneca reborn | Foto: Reprodução/Redes sociais

Em uma publicação feita nesta terça-feira, 20, nas redes sociais, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, em Salvador (BA), esclarece que não batiza bonecas, os chamados bebês reborns.

A publicação, feita no perfil da Irmandade dos Homens Pretos, despertou a atenção dos internautas, especialmente por sua obviedade. No texto, a irmandade afirmou que “os sacramentos da Igreja são atos sagrados e devem ser tratados com o máximo respeito”.

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“O batismo, em especial, é um rito solene destinado a pessoas reais, marcando o início da vida cristã. Por isso, não realizamos batismos nem qualquer atendimento religioso relacionado a bonecas ‘reborn‘ ou objetos semelhantes. A nossa fé está centrada na vida e dignidade humanas. Agradecemos a compreensão”, afirma a postagem.

A igreja não informou a razão do comunicado, ou seja, se foi procurada por fiéis com o pedido de batizar bonecas reborn.

Situada no Pelourinho, centro histórico da capital baiana, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos é reconhecida como um dos principais pontos turísticos de Salvador. O início da construção do templo ocorreu no século 18, e, em 1938, o local foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Igreja de MG também informou que não batiza bonecas

Na semana passada, o padre Chrystian Shankar, de Divinópolis (MG), que tem 3,7 milhões de seguidores nas redes sociais, viralizou ao informar, com um toque de humor, que não batiza bonecas.

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“Não estou realizando batizados para bonecas reborn recém-nascidas. Nem atendendo mães de boneca reborn que buscam por catequese. Nem celebrando Missa de Primeira Comunhão para crianças reborn. Nem oração de libertação para bebê possuído por um espírito reborn. E, por fim, nem Missa de Sétimo Dia para reborn que arriou a bateria”, escreveu.

O padre disse ainda que essas situações devem ser encaminhadas ao psicólogo, psiquiatra ou, em último caso, ao fabricante da boneca.

Leia também: O fenômeno dos ‘bebês’ reborn, artigo de Flávio Gordon publicado na Edição 269 da Revista Oeste

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