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Brasil

Juíza é promovida e deixa caso de menina de 11 anos estuprada e grávida

Segundo advogada da família, já existe uma decisão judicial que autoriza a interrupção da gravidez

Juíza menina
Juíza Joana Ribeiro Zimmer | Foto: Tribunal de Justiça de Santa Catarina/Divulgação

A juíza Joana Ribeiro Zimmer deixou o caso da menina de 11 anos, grávida de 29 semanas vítima de estupro, que foi impedida de fazer um aborto. A magistrada foi a autora da decisão que impediu o procedimento, em Santa Catarina.

Joana foi promovida e transferida da 1ª Vara Cível de Tijucas (SC), onde corre o processo, para Brusque (SC). A mudança foi confirmada pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de SC, em 15 de junho, antes de o caso da menina de 11 anos ganhar repercussão. Agora, o juiz José Adilson Bittencourt Junior está responsável pelo processo.

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Na segunda-feira 20, reportagem do Intercept Brasil denunciou a decisão da juíza. A reportagem mostrava um vídeo em que a magistrada conversava com a menina e sua mãe sobre a decisão de realizar o aborto. Durante o diálogo, a juíza sugere que a menina fique um pouco mais com o bebê na barriga para que, mais tarde, ele pudesse ser adotado por alguma família.

A magistrada enviou a menina para um abrigo, com a justificativa de que a medida iria proteger a criança, pois existem indícios de que o estupro teria acontecido na casa da menina. De acordo com a reportagem, a conversa gravada no vídeo aconteceu há mais de um mês, e a menina foi estuprada quando ainda tinha 10 anos. O caso ganhou notoriedade nas redes sociais com a hashtag #criancanaoemae.

De acordo com a reportagem, tudo começou quando a criança foi ao Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago, da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. No local, a menina descobriu que estava grávida de 22 semanas. A equipe médica se recusou a fazer o aborto, sob o argumento de que a equipe só realiza o procedimento quando a gestação possui, no máximo, 20 semanas.

Segundo Daniela Felix, advogada da menina, já existe uma decisão judicial que autoriza a interrupção da gravidez. No Brasil, o aborto é permitido por lei quando a gravidez é resultado de estupro, indica risco de vida à gestante ou se o bebê é diagnosticado com anencefalia — malformação cerebral durante a gestação.

Na terça-feira 21, a Justiça determinou que a criança retorne para casa. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) iniciou um procedimento administrativo disciplinar, a fim de apurar a conduta da magistrada. A Ordem dos Advogados do Brasil de Santa Catarina também comunicou que vai acompanhar o processo do CNJ.

Leia também: “O ativismo judicial e a barbárie”, artigo de Ana Paula Henkel para a Edição 112 da Revista Oeste.

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17 comentários
  1. Sérgio Da Silva Martins
    Sérgio Da Silva Martins

    A parte a monstruosidade do estupro sofrido por essa menina, a gestação dela já está com mais de 22 semanas. A lei não permite o aborto nessa condição. A juíza agiu de maneira correta. Inclusive, sugeriu que, assim que nascer, a (inocente) criança seja encaminhada para adoção. Um aborto nessas condições seria um assassinato (o aborto é um assassinato). Não há como relativizar este fato.

  2. Marcio
    Marcio

    Parabéns a juiza , tomou uma decisão correta e baseada na nossa constituição !!
    Impediu o assassinato de uma criança, apesar da militancia de esquerda contra.
    Nossa constituição não permite aborto apos 12 semanas em nenhuma hipótese.
    Estudem para não passarem vergonha em público.

  3. Marcio
    Marcio

    A decisão está correta e baseada na lei e na constituição, que ninguém quer respeitar .
    Aborto nestes casos podem ser feitos somente até 12 semanas de gestação, apos isto é crime.
    Se demorou tem que ser apurado as causas do atraso do julgamento e punir os responsáveis, se houverem.
    A juiza não pode autorizar um assassinato !!
    Vão estudar antes de falarem m… militante !!

  4. Hildo Molina
    Hildo Molina

    promovida pela ca ga da! como as aposentadorias compulsórias de juízes “criminosos”

    1. Marcio
      Marcio

      A constituição não permite aborto apos 12 semanas de gestação, vai estudar para não passar vergonha em público, e vomitar m.. militante !!

  5. Izelia Grã Casali
    Izelia Grã Casali

    Por favor, aprofundem a reportaje e não sejam papagaios do intercept. O ´estupro` foi feito pelo filho de 13 anos do padastro, que vive na mesma casa. Ambos são vulneráveis perante a lei. Esse fato é omitido propositalmente na materia original, a oeste poderia ser melhor que seus concorrentes e buscar dar a informação completa para seus leitores, visto que essa informação muda completamente a percepção publica sobre o caso.

  6. Adamastor P. Neves
    Adamastor P. Neves

    Aproximadamente 6 meses de gestação, uma criança já formada, com coração pulsante pulmão, e todos os órgãos do corpo em funcionamento.

    Uma vida inocente no ventre de outro criança de 11 anos, que não a deve querer por ter sido violentada.

    Caso difícil de julgar com a gestação tão avançada. A juíza defendeu a vida e tem seu mérito. Se mãe criança não a quiser depois do nascimento também é plenamente justificável.

    Adoção seria o melhor caminho ?

  7. Lucas Pacheco
    Lucas Pacheco

    A juiza agiu corretamente, pois a lei autoriza o aborto, e não OBRIGA o aborto, a escolha é da família e da vítima. O que a juíza fez foi apresentar outra alternativa além daquela que o senso comum impele a fazer. A pessoa pode querer deixar a criança nascer e doá-la após. O aborto também tem suas consequências. Quem deveria morrer é o estuprador.

  8. Renata Thomaz
    Renata Thomaz

    A família não descobriu antes que ela estava grávida? Seis meses? Complicado. A incompetente deveria ter ouvido o médico. Obstetra, pediatras…. Antes de tomar a decisão. E precisa ser rápida nestes casos. Brasil.

  9. Alberto
    Alberto

    Eu sou 99% contra o aborto. Mas num caso como esse a única pergunta que se pode fazer a essa idiota de toga é: Se fosse a tua filha como você agiria?

    1. Gui
      Gui

      Vc não passa de um idiota, poderia ter sido vc o bebê na barriga desta menina para ver se continuaria com essa opinião tosca!

      1. Daniel Alves dos Santos
        Daniel Alves dos Santos

        Tira como base o de te intercept aí não dá neh !

      2. Alberto
        Alberto

        Hahaha, quem é idiota mesmo??? Quer dizer que se eu fosse o bebê na barriga já teria uma opinião aobre o assunto. Gui, o teu problema é conhecido como MATA-BURRO NA SINAPSE.

      3. Marcio
        Marcio

        KKKK !! Este Alberto deve ser militante da esquerda, pois é analfabeto funcional e incapaz de interpretar e entender seu texto de poucas palavras !!
        A esquerda está acabada !!

      4. Flávio Guinancio
        Flávio Guinancio

        As víboras assassinas de bebês festejaram a morte. Parabéns esquerdopatas malditos. O inferno os aguarda de braços abertos.

    2. Izelia Grã Casali
      Izelia Grã Casali

      13 anos tem o autor do ¨estupro¨ , a midia manipula a informação propositalmente e pessoas com preguiça de se aprofundar no caso caem que nem patos na narrativa imposta. Ambos são vulneráveis inimputáveis negligenciados pelos pais…Toda relação sexual com uma criança, nesta idade, é estupro presumido pela força da lei. Com a informação completa talvez o caso nao tivesse essa repercussão fabricada..

    3. Marcio
      Marcio

      A legislação brasileira não permite aborto apos 14 semanas de gestação !!
      Vai estudar antes de vomitar m.. militante !!

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