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Justiça condena criminosos do PCC por plano de execução

Réus receberam penas de cinco e sete anos de prisão; investigação mostrou monitoramento das vítimas e planejamento detalhado

PCC é umas das principais facções criminosas do país | Foto: Reprodução/Agência Brasil
PCC é umas das principais facções criminosas do país | Foto: Reprodução/Agência Brasil

A Justiça de Presidente Prudente (SP) condenou dois integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) pelo plano para matar o promotor Lincoln Gakyia e o diretor de presídios Roberto Medina. As sentenças foram proferidas na segunda-feira 16 e confirmadas pelo Tribunal de Justiça de São Paulo nesta quinta-feira, 19. Os réus já estavam presos.

Victor Hugo da Silva, conhecido como Falcão, foi condenado a cinco anos de prisão, em regime inicial fechado, e ao pagamento de 500 dias-multa. Gabriel Custódio dos Santos recebeu pena de sete anos, também em regime fechado, além de 699 dias-multa.

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Segundo o processo, Falcão atuava no oeste paulista como responsável por resolver conflitos internos, impor regras e fiscalizar ordens do PCC. Também planejava execuções, definindo dia, horário, local e rota de fuga, além de repassar informações sobre alvos.

A investigação começou depois que ele foi preso por tráfico, em julho de 2025. No celular, a polícia encontrou fotos, vídeos, mapas e áudios que detalhavam o monitoramento da casa de Medina.

Alvos da operação contra o TCC

Segundo a Polícia Civil, grupo planejava o uso de bombas caseiras e coquetéis molotov | Foto: Divulgação/Agência SP
Ação contra plano de execução do PCC foi executado pelo Ministério Público e Polícia Civil de SP | Foto: Divulgação/Agência SP

Medina, chefe da Coordenadoria de Unidades Prisionais da Região Oeste (Croeste), e a mulher eram alvo de execução. O plano também incluía o promotor Lincoln Gakyia, do Gaeco, que atua há mais de duas décadas contra o PCC. Segundo a polícia, a ordem partiu da facção.

Para impedir o crime, o Ministério Público e a Polícia Civil cumpriram 25 mandados de busca e apreensão, em 24 de outubro de 2025, em cidades da região.

A Justiça autorizou a quebra de sigilos telefônico e telemático dos investigados. O material apreendido serve para identificar mandantes e mapear a estrutura da facção fora dos presídios.

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1 comentário
  1. David S
    David S

    Sete anos de prisão, tais brincando.
    Uma dúvida.
    Nosso país é um circo de horrores, ou já não existe mais?…..

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