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Lira define 8 de janeiro como 'ato de violência'

O presidente da Câmara dos Deputados não cita o caso como tentativa de golpe

A queda de braço entre o Executivo e o Legislativo gera descontentamento em Arthur Lira | Foto: Reprodução/Instagram/Arthur Lira
A queda de braço entre o Executivo e o Legislativo gera descontentamento em Arthur Lira | Foto: Reprodução/Instagram/Arthur Lira

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), iniciou a segunda-feira, 8, com uma postagem no Twitter/X, lembrando um ano da data que marcou 2023 no Brasil. Sem citar o caso como tentativa de golpe, o parlamentar classificou o 8 de janeiro como um “ato de violência”.

Em texto breve, Lira escreveu às 7h:05 da manhã que “todos os responsáveis devem ser punidos com o rigor da lei, dentro do devido processo legal”.

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Em pouco mais de três horas de publicação, a postagem havia alcançado mais de 21 mil visualizações, com muitas críticas. Alguns internautas classificaram de “vergonhoso”. Lira tem quase 400 mil seguidores no Twitter/X.

Confira a publicação de Arthur Lira na íntegra:

Arthur Lira não comparecerá à cerimônia no Congresso Nacional referente à data

O deputado cancelou sua participação da cerimônia marcada para esta segunda-feira, no Congresso Nacional, alusiva ao um ano do 8 de janeiro. Para justificar a ausência, Lira alegou “problemas de saúde na família”.

Leia também: “8 de janeiro: tentativa de golpe é ‘fantasia’, diz ex-ministro de Lula e Dilma”

Conforme previsto no protocolo do cerimonial, o presidente da Câmara faria parte da “mesa de honra” e também discursaria no evento. 

Os governadores Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, e Jorginho Mello (Partido Liberal/PL) de Santa Catarina, também anunciaram que não vão participar da cerimônia.

Leia também: “Lula afirma que Janja o proibiu de impor Garantia da Lei e da Ordem no 8 de janeiro”

Estão confirmadas as presenças das seguintes autoridades: o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT); o presidente do Congresso Nacional, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG); o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luís Roberto Barroso; e o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Alexandre de Moraes.

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5 comentários
  1. David Souza Silva
    David Souza Silva

    Este cara, não passa de um bundao a serviço da sua turma, e dele mesmo.
    Ora cara pálida, vá catar coquinhos….

  2. Hermes
    Hermes

    Perdeu a oportunidade de dizer da responsabilidade pela farsa e violência. Não é mais difícil de chegar a uma conclusão. É um dia da violência contra os patriotas reprimidos por usurpadores fascistas.

  3. J K Silva
    J K Silva

    Quanto dinheiro público jogado fora com essa palhaçada!

  4. Otavio Lazario de Queiroz
    Otavio Lazario de Queiroz

    Porque não se trata a violência de gangs e quadrilha que tomam os mortos com armamento pesado com esse mesmo rigor? Qual o Loby da indústria do crime?

  5. J K Silva
    J K Silva

    Exatamente! Uma violência contra o direito de expressão.

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