O Ministério da Educação (MEC) firmou um acordo de cooperação com o Google. O termo da parceria foi assinado na segunda-feira 20, durante uma cerimônia no Palácio do Planalto. Jair Bolsonaro, presidente da República, e Victor Godoy, ministro da Educação, participaram do evento.
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A iniciativa faz parte da Política Nacional de Recuperação da Aprendizagem, lançada por meio de decreto em maio. A medida pretende reduzir a evasão escolar e melhorar o desempenho dos alunos — consequências da pandemia de covid-19, que manteve as escolas da rede pública fechadas entre março de 2020 e agosto de 2021. Por meio da parceria entre MEC e Google, serão disponibilizados quatro serviços:
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- Google Workspace for Education Fundamentals: pacote gratuito de ferramentas com uma base flexível e segura para aprendizagem, colaboração e comunicação. A adesão se dará mediante assinatura de termo simplificado, de forma voluntária e sem onerar as escolas, sejam municipais, estaduais ou federais;
- Seja Incrível na Internet: programa de cidadania digital com trilhas de capacitação para educadores, planos de aulas e atividades;
- Grasshopper: aplicativo de programação para iniciantes, com ensino de pensamento computacional;
- Google Cloud Capacita+: programa online com treinamentos gratuitos para formação de profissionais em tecnologias de nuvem;
A pasta também está implantando o MECPlace. Segundo a Agência Brasil, trata-se de uma plataforma integrada uma em ambiente aberto e colaborativo que oferece soluções em tecnologia da informação para apoio às redes educacionais. O sistema foi desenvolvido por meio de parcerias com as universidades federais do Ceará (UFC), de Juiz de Fora (UFJF) e de Alagoas (UFAL).
MEC, Google e outras parcerias
Além da Google, o MEC fechou, em abril, uma parceria de recuperação das aprendizagens com a Microsoft. O acordo permite a disponibilização gratuita do Office 365 Educacional A1 (versão nuvem), concedendo acesso a aplicativos da marca, como Excel, Word, Power Point e outras ferramentas.
Escolas Fechadas
Bolsonaro comentou o tempo em que as escolas permaneceram fechadas durante a pandemia e elogiou a iniciativa do MEC. “Passamos dois anos de pandemia, onde praticamente tudo fechou, 99% das escolas fechadas”, disse o presidente. “No que dependesse de mim, teríamos aula. E nós, agora, estamos na recuperação e na busca do tempo perdido. Esse método, essa disciplina adotada pelo MEC, é reconhecida já por outros países”.
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