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Morre segundo policial vítima de tiroteio em Novo Hamburgo

Na última quarta-feira, 23, o caminhoneiro Edson Fernando Crippa, de 45 anos, alvejou pessoas da família e agentes da Brigada Militar

Policial Militar ao lado de casa baleada
A polícia de Novo Hamburgo recebeu uma denúncia sobre um suposto caso de cárcere privado | Foto: Montagem/Revista Oeste/Reprodução/Twitter/X/@Metropoles/@RdGuaibaOficial

O policial Rodrigo Weber Volz morreu, nesta quinta-feira, 24, um dia depois de um tiroteio em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Na ocasião, o caminhoneiro Edson Fernando Crippa, de 45 anos, alvejou pessoas da própria família e agentes da polícia.

Weber Volz, que tinha 31 anos, é a quarta vítima do caso. O atirador já havia matado o pai, o irmão e o policial militar Everton Raniere Kirsch Junior.

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O caminhoneiro deixou outras pessoas feridas. Entre eles, seis policiais, um guarda municipal, a própria mãe e a cunhada. Crippa também derrubou dois drones usados pelos agentes. Autoridades encontraram o atirador morto em casa.

Novo Hamburgo
Marcas de tiro na casa do atirador em Novo Hamburgo | Foto: Reprodução/Twitter/X/@RdGuaibaOficial

Entre as pessoas que estão em fase de recuperação do ataque destaca-se o policial João Paulo Farias, de 26 anos. Ele levou um tiro na cabeça e está internado na Fundação de Saúde Pública de Novo Hamburgo em estado grave. A direção do hospital, no entanto, afirmou que o paciente reage ao tratamento.

O tiroteio em Novo Hamburgo

Na noite da última terça-feira, 22, a polícia de Novo Hamburgo recebeu uma denúncia sobre um suposto caso de cárcere privado.

Novo Hamburgo
O atirador tinha episódios de esquizofrenia | Foto: Reprodução/Twitter/X/@@HotNews72346962

As autoridades atenderam ao chamado no bairro Ouro Branco, na Rua Adolfo Jaeger, onde um indivíduo manteria os pais idosos presos em casa. O atirador disparou contra os policiais, ao chegarem ao endereço, logo depois de os agentes registrarem um boletim de ocorrência feito pelo casal.

Durante a madrugada da última quarta-feira, Crippa trocou tiros com a Brigada Militar. O cerco policial durou nove horas e se encerrou logo pela manhã, quando as autoridades neutralizaram o indivíduo. Dentro da residência, a perícia encontrou “pelo menos 300 munições de pistolas ainda não deflagradas”.

Veja a lista de vítimas:

  • Eugênio Crippa, de 74 anos: pai do atirador;
  • Everton Luciano Crippa, de 49 anos: irmão do atirador;
  • Everton Raniere Kirsch Junior, de 31 anos: policial militar; e
  • Rodrigo Weber Volz, de 31 anos: policial militar.

Sandro Caron, secretário da Segurança Pública, afirmou que Edson Fernando Crippa tinha episódios de esquizofrenia. Além disso, explicou que o atirador havia sido internado, pelo menos, quatro vezes por esse motivo.

A irmã do assassino afirmou que o atirador costumava ter um “comportamento agressivo, especialmente contra os pais”. A polícia encontrou quatro armas na residência.

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