MP de MG abre comissão para investigar ato policial que matou assaltantes de bancos

Quadrilha tinha armamento pesado
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Policiais apreenderam armas de grosso calibre, munição e veículos roubados pelos criminosos
Policiais apreenderam armas de grosso calibre, munição e veículos roubados pelos criminosos | Foto: Divulgação/PM-MG

O Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG) abriu uma comissão, com a finalidade de investigar o ato policial que matou 26 assaltantes de bancos. É o que informou o jornal O Estado de S. Paulo, na quarta-feira 3. O promotor Igor Serrano, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MP-MG, comandará os trabalhos. Segundo ele, o colegiado atuará em duas frentes: apurar as ações da quadrilha e da Polícia Militar (PM).

Serrano afirmou ainda que esse trabalho vai ter a “conclusão da legalidade ou ilegalidade eventualmente da ação estatal”. Um dos objetivos do MP-MG é descobrir também se há outras pessoas envolvidas, sobretudo no armazenamento das armas e munições, e no planejamento dos assaltos. Conforme a PM, os criminosos utilizavam estratégias para impedir que as forças de segurança pudessem reagir durante ataques a agências bancárias.

Os agentes descobriram que o bando ocupava dois sítios na região de Varginha (MG), no qual guardavam armamentos pesados — inclusive uma metralhadora .50 capaz de derrubar helicóptero. Nos sítios, havia 12 veículos roubados, que foram recuperados pela polícia. As comissões de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas e da OAB-MG também acompanham o caso.

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10 comentários Ver comentários

  1. Direitos Humanos devem existir para Humanos Direitos, manda este povo sem o que fazer ir lavar uma trouxa de roupas ,investigar ação bem sucedida de policiais cumprindo o dever, por estas e outras este país não é tido como sério.

  2. Espero que o MP abra também uma comissão para investigar a quadrilha cancelada e outras que ainda estão por aí aterrorizando o país. Investigar policiais é muito fácil (nomes, CPF, endereços, armas registradas, gps e até câmeras nos uniformes). Difícil é fazer o que os policiais fazem.

  3. Para esse aparelho judiciário em geral, a policia não pode ser eficiente, não pode agir com inteligência que eles (do judiciário) não tem. Para mim, com esse tipo de declaração, só nos leva a desconfiar de relações muito íntimas com o mundo do crime. Aliás eles lidam com esse tipos todos os dias, não é verdade? Mais defendendo do que acusando.

  4. Em breve assistiremos a reedição da SANTA SEIA, com 12 apóstolos pelo menos, em pintura memorável e valiosa para o mundo progressista/globalista, portanto armas de grosso calibre, numa homenagem póstuma, graças ao bom Deus.
    Os outros 14 bandidos, iniciando-se o processo de canonização, não sem antes uma novela da globolixo fazer o seu hoje pequeno público acéfalo chorar, mostrando um conto com suas belas “estórias ” pregressas.

    1. De onde você tirou essa ideia de comparar uma coisa com outra? Está sofrendo de algum transtorno, além do mais que está no lugar de Jesus Cristo? Você? Quem pintou esse quadro também foi você? Em tempo: Corrigindo o seu erro crasso: O nome correto é A SANTA CEIA, com “C”, isso mesmo.

  5. Só no Brasil mesmo em que a polícia precisa ser “investigada” e bandido morto portando fuzil vira “vítima social” – a atuação desses famigerados MPs estaduais filocomunistas é absolutamente patética, seja em relação à repressão de crimes ou a própria pandemia.

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