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MPF e INSS investigam possível fraude do Banco Master

Órgãos apuram suspeitas de irregularidades em empréstimos consignados da instituição financeira

Sócios do Banco Master são investigados por fraude no mercado financeiro - brb - cade
A decisão inclui uma ordem de prisão contra o empresário Daniel Vorcaro, principal nome por trás do grupo | Foto: Divulgação/Banco Master

O Ministério Público Federal (MPF) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) investigam suspeitas de fraude na liberação de empréstimos consignados e descontos não autorizados em benefícios previdenciários pelo Banco Master.

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Com o objetivo de reunir informações e examinar indícios já apresentados sobre o caso, a Procuradoria da República no Distrito Federal instaurou o procedimento preparatório no dia 4 de agosto.

Esse processo antecede eventuais inquéritos civis, que visam a apurar violações de direitos e práticas consideradas abusivas. O INSS também instaurou processo administrativo para verificar as possíveis irregularidades.

Em resposta, a instituição financeira informou que não recebeu uma notificação oficial e que responderá de forma técnica, caso haja alguma solicitação.

Foco nas práticas suspeitas do Banco Master

Logo do Banco Master | Foto: Reprodução

Segundo o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, o interesse pelo Banco Master surgiu a partir de um inquérito sobre práticas irregulares que envolvem diversas instituições financeiras. “Entre os bancos concedentes dos créditos consignados obtidos de forma fraudulenta, tem-se, em destaque, o Banco Master”, afirmou o procurador em ofício.

O MPF aponta indícios que justificam a apuração de fraudes, especificamente na atuação do Banco Master nesse segmento. Além de relatos sobre concessões sem autorização, Lopes destacou notícias sobre o recorde de R$ 300 milhões em empréstimos consignados liberados pela instituição. O valor é atípico em comparação ao mercado.

Leia também: “A crise já chegou ao setor de serviços”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 282 da Revista Oeste

Entre os pontos de atenção, ele mencionou suspeitas de fraude relacionadas ao Credcesta, modalidade de cartão consignado direcionada a servidores, aposentados e pensionistas. Os casos teriam sido apresentados pelo deputado Capitão Alden (PL-BA) durante sessão da Câmara.

O histórico do Banco Master também inclui outras situações investigadas pelo MPF, como a denúncia de crimes financeiros contra ex-gestores do antigo Banco Máxima, renomeado posteriormente. Essas acusações, referentes a ganhos fictícios entre 2014 e 2016, têm base em informações do Banco Central e da Polícia Federal.

Leia mais: “A agonia do Banco do Brasil”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 280 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    Adivinha qual escritório de advocacia representa esse banco ?
    Barrci de Moraes … da cara metade do Xandercleison .

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