-Publicidade-

MPT quer investigar empresas que ofereceram o tratamento precoce

Órgão vai apurar se a terapêutica pôs em risco a vida dos trabalhadores
Reportagens da 'Revista Oeste' mostraram que pacientes infectados pelo patógeno venceram a doença
Reportagens da 'Revista Oeste' mostraram que pacientes infectados pelo patógeno venceram a doença | Foto: Reprodução/YouTube

O Ministério Público do Trabalho (MPT) investigará a distribuição do “kit covid-19” por empresas brasileiras que ofereceram aos seus funcionários o tratamento precoce contra o coronavírus. A decisão veio depois de a BBC Brasil revelar que quatro companhias em São Paulo, no Paraná e em Santa Catarina optaram pela terapêutica. O MPT quer apurar se, ao ministrarem os medicamentos, as companhias puseram em risco a vida dos trabalhadores. Reportagens da Revista Oeste mostraram que pacientes infectados pelo patógeno, e que utilizaram as drogas, venceram a doença provocada pelo vírus. Além disso, municípios que adotaram o protocolo registraram redução nas internações, a exemplo de Porto Feliz (SP) e São Lourenço (MG). Na semana passada, o presidente do Conselho Federal de Medicina, Mauro Ribeiro, disse: “Afirmar que o tratamento precoce não tem efeito é mentira”.

Companhias afetadas

Tecnocuba, que produz peças de aço inoxidável em São Paulo; Zanotti Elásticos, em Santa Catarina; AGTFoods, no Paraná, e Casas Kurten, no mesmo Estado.

* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias.
Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.
-Publicidade-
Exclusivo para assinantes.