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Cantor Nahim morreu por intoxicação por cocaína e traumatismo craniano, conclui IML

Perícia sugere que substância pode ter causado perda de consciência e queda do artista

Nahim foi encontrado morto no dia 13 de junho | Foto: Reprodução/SBT
Nahim foi encontrado morto no dia 13 de junho | Foto: Reprodução/SBT

O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) de Taboão da Serra, em São Paulo, concluiu que o cantor Nahim morreu de intoxicação por cocaína e traumatismo craniano, de acordo com o portal G1. Ele foi encontrado sem vida na casa dele, em 13 de junho.

Segundo o documento da Superintendência da Polícia Técnico-Científica, “a morte de Nahim ocorreu por intoxicação exógena ocasionada pelo agente químico cocaína e pelo traumatismo cranioencefálico”.

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A perícia sugere que a substância pode ter causado perda de consciência ou morte súbita. O abuso da droga pode ter provocado a queda que causou o traumatismo craniano.

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O exame toxicológico também detectou a presença de medicamentos sedativos no organismo de Nahim, mas o IML concluiu que essas substâncias não contribuíram para o óbito, que foi classificado como acidental.

O documento que define a causa da morte foi enviado à Polícia Civil de Taboão da Serra. O 1º Distrito Policial, que investigava o caso como morte suspeita, enviou um relatório final à Justiça em que revela que não há evidências de crime. O Ministério Público deve solicitar o arquivamento do inquérito.

Leia também: “Morre o cantor Nahim, aos 71 anos”

Nahim foi encontrado por funcionários de empresa de telefonia

Funcionários de uma empresa de telefonia encontraram o cantor caído perto da escada de casa e avisaram as autoridades.

Testemunhas, incluindo a ex-esposa e amigos de Nahim, foram ouvidas pela polícia. Eles confirmaram que o cantor usava cocaína de forma esporádica ou recreativa.

Leia também: “Nahim é velado na Alesp com música, homenagens e despedida de seus cachorros”

Aos 71 anos, Nahim vivia sozinho com os cães dele. A casa não apresentava sinais de invasão nem roubo. O velório ocorreu na Assembleia Legislativa de São Paulo, onde o caixão foi aplaudido e acompanhado pelo canto dos fãs.

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