O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o governo federal não vislumbra neste momento a possibilidade de uma terceira onda de infecções pelo novo coronavírus no país. Por outro lado, ele reconhece que alguns Estados e vários municípios brasileiros já vêm sofrendo maior pressão sobre o sistema de saúde, com aumento de internações.
“Sempre se questiona sobre uma terceira onda [da covid-19]. Estamos em uma pandemia, já tivemos a primeira onda, estamos reduzindo os óbitos nesta segunda onda, e todos temos que estar vigilantes a uma possível terceira onda, mas não estamos vislumbrando isso neste momento”, afirmou Queiroga na sexta-feira 21. “A maneira adequada de se evitar a terceira onda é avançar na campanha de vacinação, e é isso que estamos fazendo.”
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Segundo o ministro, a pasta vem se preparando para assegurar aos Estados o suprimento necessário com kits de intubação. Foram comprados dos Estados Unidos, de acordo com Queiroga, 4,5 milhões de itens do kit, dos quais 800 mil já foram entregues.
“Alguns Estados e municípios já identificaram uma pressão sobre o sistema de saúde, e isso se reflete pela abertura que foi concedida nesses Estados”, disse Queiroga. “Oxigênio também é algo que sempre preocupa. A White Martins importou 14 carretas, e isso vai fortalecer a distribuição desse insumo estratégico caso haja nova pressão sobre sistema de saúde do Brasil.”
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Em relação à variante indiana do coronavírus, que já chegou ao Brasil, o ministro da Saúde afirmou que todos os casos suspeitos estão sendo devidamente monitorados. “Lamentavelmente, temos casos no Maranhão que foram detectados com a variante indiana. Seis pacientes foram detectados. Falei logo com o senhor Carlos Lula, secretário de Saúde do Maranhão, que tem trabalhado em parceria com a secretária de Vigilância em Saúde. Esses casos estão isolados e esperamos que haja uma contenção adequada para que essa variante não progrida pelo país.”






































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