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'Nosso agronegócio fornece segurança alimentar mundo afora', diz Mourão

Vice-presidente enfatizou, no entanto, que empresas serão cobradas por melhorias ambientais, sociais e de governança.

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O vice-presidente Hamilton Mourão quer que as empresas tenham responsabilidade ambiental para evitar barreiras protecionistas no exterior | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Vice-presidente enfatizou, no entanto, que empresas serão cobradas por melhorias ambientais, sociais e de governança

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O vice-presidente Hamilton Mourão quer que as empresas tenham responsabilidade ambiental para evitar barreiras protecionistas no exterior | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Durante participação no encerramento do 39º Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex), o vice-presidente Hamilton Mourão enfatizou a importância do agronegócio brasileiro para o planeta.

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“Nosso agronegócio é altamente competitivo e fornece segurança alimentar para pessoas mundo afora. Os mais altos padrões de qualidade e respeito ao meio ambiente são exigidos por empresas e consumidores que confiam em nossos produtos”, enfatizou o general. “Por essa razão, crimes ambientais deixam nosso país vulnerável a campanhas difamatórias.”

Por isso mesmo, o vice-presidente afirmou que todas as empresas passarão a ser cobradas por melhorias ambientais, sociais e de governança, evitando, assim, medidas protecionistas de outros países, que levantem barreiras comerciais “injustificáveis” contra as exportações brasileiras.

Mourão afirmou que o Conselho da Amazônia Legal tem com prioridade imediata o combate ao desmatamento ilegal e às queimadas. Ele também voltou a defender o desenvolvimento de negócios ligados à bioeconomia na região. “Necessitamos de melhorias no ambiente de negócios, na infraestrutura e no financiamento para disseminação de alternativas de emprego e renda em atividades ambientais sustentáveis”, ponderou. “É o caminho para que a Amazônia ingresse na era da economia do conhecimento”.

De acordo com o vice-presidente, o Conselho da Amazônia tem, sob orientação do presidente Jair Bolsonaro, três linhas de ação primordiais. Entre elas, a identificação de atividades que podem ser expandidas e o aprimoramento da infraestrutura sustentável de portos e aeroportos.

“Estamos alinhando instituições financeiras, público e privadas, nacionais e internacionais, de modo a mobilizar recursos de financiamento para os diferentes projetos de desenvolvimento da Amazônia. Nosso êxito internacional dependerá de nossa capacidade de levar adiante projetos de modernização do Estado e de desenvolvimento da economia”, concluiu.

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3 comentários
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Gostaria de sugerir a esse inútil (digo isso com convicção pois não se tem notícia alguma de algo que preste ao país o que esse sujeito aí fez em toda a sua vida a ainda diz o “nosso” agronegócio, vá plantar ao menos um pé de feijão para poder dizer isso). A vida dele se resume a aparecer para essa imprensa canalha para conspirar contra o governo do Bolsonaro. Ah, até esqueci da minha sugestão: Junte com o Fidelix e formem uma chapa puro sangue para concorrer à presidência em 2022. INÚTIL!!!

    1. Rogerio
      Rogerio

      O q não t falam é q o discurso d mourão ao meu ver , abraça a agenda globalista, acho q ao saber q não vai ser mais vice, está mais a vontade de seguir seus planos maçonaristas. Primeiro, somos o maior produtor d alimentos do mundo, por isso, todos os países querem vir ao maior supermercado do planeta, assim como vc, para comprar alimento com o preço mais baixo possível, por isso a agenda verde, colocada por mourão, huck e outros, na verdade eles querem impor ao Brasil determinações q não poderão ser cumpridas, e com isso poderão punir o Brasil e por consequência comprar alimento mais barato. Segundo, quem pensa em agenda verde com o intuito d proteger a amazônia se engana, os maiores produtores d alimento estão na Amazônia? Claro q não, o suposto foco em defender a “floresta” esta ligado diretamente ao seu subsolo, pensem , quanto mais reserva crio, quanto mais parques crio, mais territórios na Amazônia ficam impedidos d ser explorados legalmente, esse é o ponto, com isso as ONSG, empresas e corporações pelo mundo a fora conseguem entrar no território amazônico e extrair diamante, minério e muito mais, d forma ilegal, qual a vantagem d ser ilegal? Exemplo, Fica mais barato comprar um diamante ilegal, o seu valor vai chegar no máximo a 10% do valor na Europa, quanto ao minério e só pesquisar na internet q vamos ver matérias d exploração ilegal de minério encaminhado à China. Fora o contrabando d animais e plantas, e água da região. Podemos ver q mourão está tentando na verdade dar legitimidade a uma agenda globalista, é por consequência vender o Brasil.

      1. Paulo Renato Versiani Velloso
        Paulo Renato Versiani Velloso

        Quanto à agenda desse INÚTIL, não me interessa. Estou cansado de saber de seu conteúdo e não desejo nem um pouco mais, ficar me torturando ao lembrar do conteúdo dessa agenda pois já passo por problemas gástricos que já me levaram a consultar um médico e não desejo piorar o meu quadro clínico. Eu só digo uma coisa desse sujeito, para resumir o assunto: INÚTIL E FOFOQUEIRO!

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