O que falta para a periferia se tornar mais liberal?

A solução esbarra na turma da esquerda
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A receita não é converter pessoas mas sim mostrar a elas que sempre o foram
A receita não é converter pessoas mas sim mostrar a elas que sempre o foram | Foto: Divulgação/Agência Brasil

Com a chegada do coronavírus, as favelas brasileiras se mostraram mais liberais do que nunca. Desempregados, os moradores encontraram novas formas de ganhar dinheiro. “Por exemplo, aqui no bairro de Cidade Tiradentes, em que vivo com minha mulher e meus dois filhos, é comum sair de casa para trabalhar às 5 horas. No ponto de ônibus, já tem uma pessoa vendendo café e bolo. Ela fica lá até as 7 horas. Depois, guarda as coisas em casa e vai para o trabalho ‘oficial’ das 8 às 17 horas”, relatou Alessandro Santana, youtuber que brindou a Revista Oeste com um artigo sobre a economia de mercado nas comunidades.

Santana afirma que os moradores das periferias brasileiras são liberais, porém, não entendem muito o conceito. “O grande problema é a turma da esquerda”, resumiu. “Eles vendem exatamente o contrário do que as pessoas daqui vivem. Querem a adesão a um modelo em que o Estado precisa ser maior para poder acabar com os problemas que, se você parar para pensar, o próprio Estado criou”, observou Santana, ao mencionar que o liberalismo é demonizado pelas elites. “Daí, pedem que você vote num candidato que vai desenvolver algum novo ‘programa social’; na verdade, sabemos que o chefe do tal programa levará um bom dinheiro do Estado e provavelmente vai dividi-lo com alguns burocratas.”

A receita liberal de Santana não é converter em liberal as pessoas mas sim mostrar a elas que sempre o foram. “Sempre pergunto em meu canal: ‘Já reparou que as pessoas que defendem carteira de trabalho normalmente não trabalham com carteira assinada?’. Ou: ‘Nota como as pessoas de esquerda não gostam que você se refira a si mesmo como empresário, já que você não é o Roberto Justos ou o Véio da Havan? Por que querem que você se sinta inferior, sendo que você vendendo amendoim é tão comerciante quanto eles?'”, disse o youtuber. “Desse modo, planto uma semente de dúvida na doutrina esquerdista. Faço com que quem me ouve se sinta mais poderoso”, concluiu.

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Leia o artigo completo de Alessandro Santana, aberto para não assinantes, neste link

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